🐾 "TOCA DA LEOA" 🐾 SENSUALIDADE & EROTISMO À FLOR DA POEISA 🌶️ 🔞 🌶️

🐾 SE EU FOSSE FALAR EM POESIA E NAS MINHAS VONTADES 🐾 AFRODITE NEM EXISTIRIA E KAMA SUTRA SERIA BOBAGEM 🐾


segunda-feira, 20 de abril de 2015

NOSSO ÊXTASE SE DERRAMA




O prazer desperta como um rio sem margens,
rompe silêncios, 
dissolve toda espera.
No encontro dos corpos nasce um fogo antigo,

domingo, 19 de abril de 2015

CARÍCIAS QUE RASGAM




São carícias que nossos corpos desenham 
em jogos de sedução crua e voraz,
tuas mãos cravadas na minha carne macia, 
 — marcando
 

sábado, 18 de abril de 2015

FRUTOS MADUROS

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sexta-feira, 17 de abril de 2015

FRUTOS MADUROS




Dos prazeres que a vida nos dá a colher,
não quero os que pendem mansos dos ramos.
Quero os que se escondem no fundo do teu sexo,
os que só se entregam quando a minha boca

quinta-feira, 16 de abril de 2015

AREIA ENTRE OS DEDOS




Ela saiu da água com o corpo ainda quente de sol, os cabelos escorrendo sal nos ombros. 
Beto apareceu na frente dela, o sorriso torto bloqueando o caminho de volta para os amigos.

— Vem cá.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

POSSE PROFANA




Tuas mãos escapam de ti,
molhadas de prazer,
tocam minha boca,
provocam minha fome,

terça-feira, 14 de abril de 2015

DELÍRIO INSUBMISSO




Escrevo com tua pele,
bebo no ardor da tua boca,
me enrosco no aperto dos teus braços,
e reflito o calor que me consome inteira.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

FOGO INSACIÁVEL




Está tudo aceso em mim,  
você e eu, vertigem pura.  
Molha-me os espaços,  
guia-me pela tua boca,  

domingo, 12 de abril de 2015

LEOA EM CHAMAS




Sou leoa em cio,  
selvagem na tua cama,  
minha pele arde em desejo,  
meu corpo implora tua posse.  

sábado, 11 de abril de 2015

A MULHER EM CHAMAS




A mulher que vibra em mim  
não espera, devora,  
te deseja como fera faminta,  
te chama em cada manhã febril,  

sexta-feira, 10 de abril de 2015

O NÉCTAR DA TROCA




A tela brilhou no escuro e a mensagem queimou meus olhos antes mesmo que eu pudesse desviar. 
Cada palavra pulsava como se tivesse sido escrita com a ponta dos dedos dele percorrendo minha pele. 
Meu corpo reagiu antes da mente — as coxas se apertaram sozinhas, uma contra a outra, e senti o tecido da calcinha umedecendo devagar, o líquido morno vazando sem pedir licença.