sábado, 5 de setembro de 2026
PERDIDA EM TI
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sexta-feira, 4 de setembro de 2026
SOU TUA OFERENDA
Desvenda os segredos do meu corpo em chamas,
com beijos e carícias intensasque arrepiam a pele toda.
Leva-me ao ápice,
às alturas mais insanas,
e sacia minha sede,meu deleite mais fiel.
Deixa que a língua descubra cada trilha ardente
onde o suor é sale o gemido é mel.
Entre lençóis de seda e noites estreladas,
teus dedos escrevem
o que nenhum
poema antigo diz tão bem.
Rasga a voz do silêncio com sussurros de fome,
queima-me devagar,
como quem adora esperar.
Quero que meu nome escape trêmulo dos teus lábios
quando o mundo inteiro se dissolve em estalar.
Faz-me subir nessa onda que não tem hora de voltar,
onde o prazer é um altar e eu sou só tua oferenda.
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
TORPE DELÍRIO
Para me sentires úmida, mergulha em meus desejos,
explora cada curva, cada recanto do meu ser.
No toque suave, desperta os meus anseios
e faz-me vibrar de prazer.
Deixa que teus dedos deslizem como brisa quente,
que tua boca descubra o mapa do meu ardor.
Sussurra segredos na curva do meu pescoço,
onde a pele estremece ao sabor do teu sabor.
Vem, devagar, como quem não tem pressa,
e beija o tempo que ainda não passou.
Entre gemidos e suspiros de lua,
faz-me perder o fôlego, faz-me ficar louca.
Quero que dançes nos limites do meu corpo,
onde a razão se desfaz e o fogo é só nosso.
Nesse ritmo lento, nesse jogo de toques,
encontra em mim o mar que anseia por ti.
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
EM VERTENTES DE PRAZER
Me lanço ao ímpeto ardente,
corpo que pulsa em ondas de vertigem,
lábios acesos,
brasas que devoram o silêncio,
na pele,
o calor se expande em labaredas.
O desejo é tempestade sem margens,
correnteza que arrasta,
que rasga,
que consome,
um rio de delírios que não conhece repouso,
onde cada toque é incêndio, cada sopro é vertigem.
Na dança febril das estrelas,
meu canto se abre em vertentes de prazer,
versos que se erguem como chamas indomáveis,
envolvendo o universo em formas voluptuosas.
Sou chama,
sou vento,
sou carne entregue,
sou o instante que arde sem retorno,
sou o grito que explode em luz,
sou o infinito que se curva ao êxtase.
terça-feira, 1 de setembro de 2026
SOMOS CINZA E FAÍSCA
Teu hálito queima o ar que me despe
A língua traça mapas úmidos na curva do meu quadril.
Cada suspiro rasga o véu da noite calada.
E eu gemo teu nome em carne e sal febril.
Tuas mãos são garras que colhem meu mel.
Açoitam a pele,
inventam delírios na espinha.
O suor escorre,
rio que invade o céu.
E a cama é um altar onde a carne se avinha.
Meu colo te chama em ondas de vulcão.
Teus dentes mordema fruta que ainda não cai.
Encaixo-me em ti como espada em seu chão.
E o prazer é um grito.
Selvagem,
me devoras em cada poro aberto.
O vento uiva,
mas é surdo ao nosso enredo.
Nossos corpos colidem num caos quase certo.
E o fim é só o começo de outro segredo.
Arranha-me,
bebe-me até o osso nu.
Como verso molhado e sem pudor.
No fim,
somos cinza e faísca.
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
VENTOS DO DESEJO
Me entrego aos ventos do desejo sem freios,
com a pele aberta à fome da noite.
Teu corpo me chama em silêncio ardente,
e eu vou,
inteira,
ao encontro da tua chama.
Os lábios encontram a pressa do fogo,
a respiração se quebra em calor e vertigem.
Há um universo pulsando entre nós,
feito de pele,
delírio e entrega.
Na dança das estrelas,
meus versos se desnudam,
escorrem pela tua cintura,
se acendem no avesso da carne,
se perdem no rumor intenso do toque.
Tudo em ti se torna promessa viva,
tudo em mim se curva ao teu sabor.
E a noite,
rendida,
guarda nosso segredo
como se o prazer fosse sempre infinito.
domingo, 30 de agosto de 2026
AFOGAMENTO EM VOSSAS CURVAS
O pulso dispara num tropel de febre,
Sinto a carne em combustão,
desgovernada,
Quando entrelaças tuas pernas em abrigo,
Envolvendo meu ser num laço de desejo,
Uma âncora que ancora
o mar de minha volúpia.
Desces,
desces pelo meu corpo com a suavidade
De uma brisa que incendeia,
que arrepia,
Traçando mapas sobre a geografia do prazer,
Onde a respiração se perde em gemidos,
Teus coxas nuas encontram a verdade.
A verdade despida,
crua,
em êxtase profundo,
Onde nossos corpos se fundem na urgência,
Do toque que queima,
do gozo que transborda,
Neste embate voraz que suspende o tempo,
Que rasga a alma em mil pedaços de luxúria.
E mergulhamos,
famintos,
no abismo do sentir,
Onde só resta o calor da nossa entrega,
Deixando o mundo lá fora,
esquecido e mudo.
sábado, 29 de agosto de 2026
SINFONIA DO PRAZER
Tua língua repousa,
um artista em cena,
perdendo-se na morada úmida,
onde o desejo se acena.
Meus lábios,
portais de uma paixão ardente,
te oferecem beijos,
um convite, um presente.
Tua língua dança,
enlouquecida,
a cada toque,
a cada investida,
lampeja como fogo,
molha como o mar,
despertando gemidos
que começam a soar.
O prazer profundo,
um eco no ar,
nossas almas se entrelaçam,
prontas para voar.
Na intensidade do momento,
o tempo se esvai,
cada suspiro,
um verso,
que o amor traz.
Teu corpo é um templo,
um campo de batalha,
onde a luxúria
e a entrega se espalha.
No calor da entrega,
nos perdemos,
na sinfonia do prazer,
e juntos,
renascemos.
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