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quinta-feira, 16 de abril de 2015

AREIA ENTRE OS DEDOS




Ela saiu da água com o corpo ainda quente de sol, os cabelos escorrendo sal nos ombros. 
Beto apareceu na frente dela, o sorriso torto bloqueando o caminho de volta para os amigos.

— Vem cá.

A mão dele fechou no pulso dela e puxou. 
As costas bateram na rocha fria, a areia úmida grudando nos pés. 
O rosto dele colou no dela — tão perto que ela sentiu o hálito quente, o cheiro de mar e cerveja.
Os amigos riam longe, vozes abafadas pelo vento. 
Beto prendeu-a contra a rocha com o peso do quadril.

A boca de Beto veio sem aviso — quente, salgada, a língua empurrando entre os lábios dela e invadindo fundo. 
Ela gemeu contra os dentes dele, os dedos subindo pelo pescoço até o cabelo molhado, puxando com força. 
Beto soltou um som rouco, as mãos descendo dos ombros dela até os seios — apertou os dois ao mesmo tempo, os polegares esmagando os mamilos duros contra as palmas ásperas. 
Ela abriu as pernas, as costas raspando na rocha, e a coxa dele empurrou contra a vulva por cima do tecido molhado do biquíni. 
Beto puxou as alças, desamarrou o nó atrás do pescoço, depois o das costas. 
O biquíni caiu na areia úmida e Beto empurrou dois dedos dentro dela.

Beto arrancou os dedos de dentro dela e segurou-a pelas coxas. 
Levantou-a contra a rocha como se ela não pesasse nada. 
Ela enrolou as pernas na cintura dele, os calcanhares cruzados nas costas duras. 
A mão dele desceu até o calção, puxou o tecido para o lado, e o pau saiu — duro, grosso, a ponta já molhada. 
Beto encaixou a glande na entrada e empurrou. 
Uma estocada só. 
O pau entrou até o fundo, a lubrificação escorrendo até a base, quente e grossa. 
Ela soltou um gemido alto, o corpo arqueando contra a rocha. 
Beto tapou a boca dela com a mão livre e começou a meter.
Rápido. 
Forte. 

O quadril batendo com força, o pau entrando até o fundo a cada estocada, o saco batendo na pele molhada. 
Ela mordeu o ombro dele para abafar os gritos, os dentes cravando na carne salgada. 
O corpo estremecia inteiro. 
As unhas rasgaram as costas dele, e Beto gemeu rouco, metendo mais fundo. 
A ponta do pau raspava no ponto G a cada estocada, e ela choramingava contra o ombro dele, as pernas tremendo. 
Líquido escorria da buceta pelo pau e gotejava na areia úmida. 
A parede vaginal contraiu, apertou o pau em espasmos, e ela gozou — um grito abafado na carne dele, o corpo sacudindo. Beto estocou uma, duas, três vezes sem sair e gozou dentro, o esperma quente enchendo e vazando pelos lados. 
Ele ficou parado, o pau pulsando lá dentro, a respiração pesada no pescoço dela. 
Quando saiu, o esperma escorreu da buceta e pingou na areia úmida.

Ele se afastou sem dizer nada, puxando a sunga. 
Ela ajeitou o biquíni com dedos trêmulos, o esperma já escorrendo pela parte interna da coxa, quente e grosso. 
Secou o que pôde com a ponta dos dedos, sentindo o cheiro dos dois misturado ao sal. 
Caminharam de volta em silêncio, a areia úmida grudando nos pés. 
Quando alcançaram o grupo, Beto sorriu como sempre — o mesmo sorriso torto de antes. 
Ela sentou-se junto à fogueira, as pernas ainda meladas. 
Olhou para ele através das chamas. Beto sustentou o olhar com um sorriso torto.




Cléia Fialho

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