Ela saiu da água com o corpo ainda quente de sol, os cabelos escorrendo sal nos ombros.
Beto apareceu na frente dela, o sorriso torto bloqueando o caminho de volta para os amigos.
— Vem cá.
As costas bateram na rocha fria, a areia úmida grudando nos pés.
O rosto dele colou no dela — tão perto que ela sentiu o hálito quente, o cheiro de mar e cerveja.
Os amigos riam longe, vozes abafadas pelo vento.
Beto prendeu-a contra a rocha com o peso do quadril.
A boca de Beto veio sem aviso — quente, salgada, a língua empurrando entre os lábios dela e invadindo fundo.
Ela gemeu contra os dentes dele, os dedos subindo pelo pescoço até o cabelo molhado, puxando com força.
Beto soltou um som rouco, as mãos descendo dos ombros dela até os seios — apertou os dois ao mesmo tempo, os polegares esmagando os mamilos duros contra as palmas ásperas.
Ela abriu as pernas, as costas raspando na rocha, e a coxa dele empurrou contra a vulva por cima do tecido molhado do biquíni.
Beto puxou as alças, desamarrou o nó atrás do pescoço, depois o das costas.
O biquíni caiu na areia úmida e Beto empurrou dois dedos dentro dela.
Beto arrancou os dedos de dentro dela e segurou-a pelas coxas.
Levantou-a contra a rocha como se ela não pesasse nada.
Ela enrolou as pernas na cintura dele, os calcanhares cruzados nas costas duras.
A mão dele desceu até o calção, puxou o tecido para o lado, e o pau saiu — duro, grosso, a ponta já molhada.
Beto encaixou a glande na entrada e empurrou.
Uma estocada só.
O pau entrou até o fundo, a lubrificação escorrendo até a base, quente e grossa.
Ela soltou um gemido alto, o corpo arqueando contra a rocha.
Beto tapou a boca dela com a mão livre e começou a meter.
Rápido.
Forte.
O quadril batendo com força, o pau entrando até o fundo a cada estocada, o saco batendo na pele molhada.
Ela mordeu o ombro dele para abafar os gritos, os dentes cravando na carne salgada.
O corpo estremecia inteiro.
As unhas rasgaram as costas dele, e Beto gemeu rouco, metendo mais fundo.
A ponta do pau raspava no ponto G a cada estocada, e ela choramingava contra o ombro dele, as pernas tremendo.
Líquido escorria da buceta pelo pau e gotejava na areia úmida.
A parede vaginal contraiu, apertou o pau em espasmos, e ela gozou — um grito abafado na carne dele, o corpo sacudindo. Beto estocou uma, duas, três vezes sem sair e gozou dentro, o esperma quente enchendo e vazando pelos lados.
Ele ficou parado, o pau pulsando lá dentro, a respiração pesada no pescoço dela.
Quando saiu, o esperma escorreu da buceta e pingou na areia úmida.
Ele se afastou sem dizer nada, puxando a sunga.
Ela ajeitou o biquíni com dedos trêmulos, o esperma já escorrendo pela parte interna da coxa, quente e grosso.
Secou o que pôde com a ponta dos dedos, sentindo o cheiro dos dois misturado ao sal.
Caminharam de volta em silêncio, a areia úmida grudando nos pés.
Quando alcançaram o grupo, Beto sorriu como sempre — o mesmo sorriso torto de antes.
Ela sentou-se junto à fogueira, as pernas ainda meladas.
Olhou para ele através das chamas. Beto sustentou o olhar com um sorriso torto.
❦
Cléia Fialho

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