Então vem, desfaz o interdito num suspiro, Confessa-me nua esse vício elegante, Sou teu crime, teu doce delírio, Teu fogo dócil, teu amante provocante.
Meus dedos se perdem como chuva na seda, Buscam a aurora entre tuas sombras fechadas, E em tua garganta, um gemido sem queda Desabrocha como lírio em noites aladas.
Faz da minha boca teu templo voraz, Meu sopro é prece, minha língua, oferenda, Quero teu nome gravado em paz Nos meus quadris, como chama que ascenda.
Esse gato que escondes, venho domar, Sob tua pele pulsa um mundo sem lei, Quero afundar, morrer e ficar, E fazer do inferno um poema de rei. 📜 💋 🅁🄴🄶🄸🅂 🐾⛱♡
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Me gusto tu poema. tan sensual. Te mando un beso.
ResponderExcluirHay demasiadas cosa que nos dicen ser pecado, que nos impiden llegar la perfección.
ResponderExcluirLlevo unos días de retraso por viajes.
Saludos.
Uma continuação do teu poema sublime
ResponderExcluirEntão vem, desfaz o interdito num suspiro,
Confessa-me nua esse vício elegante,
Sou teu crime, teu doce delírio,
Teu fogo dócil, teu amante provocante.
Meus dedos se perdem como chuva na seda,
Buscam a aurora entre tuas sombras fechadas,
E em tua garganta, um gemido sem queda
Desabrocha como lírio em noites aladas.
Faz da minha boca teu templo voraz,
Meu sopro é prece, minha língua, oferenda,
Quero teu nome gravado em paz
Nos meus quadris, como chama que ascenda.
Esse gato que escondes, venho domar,
Sob tua pele pulsa um mundo sem lei,
Quero afundar, morrer e ficar,
E fazer do inferno um poema de rei.
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