A cada toque, o desejo floresce,
Brilhando nas sombras da nossa paixão,
Corações selvagens, onde o amor aquece,
Dançamos no tempo, sem razão.
Sussurros de amor, o corpo a estremecer,
Nos teus braços, o mundo se renova,
Mergulho em teu ser, onde nasce o prazer.
E a noite, cúmplice, se curva em silêncio,
como quem guarda segredos na palma do escuro,
o instante suspenso entre o antes e o depois
arde suave, sem pressa, sem muro.
Teu nome se espalha no ar como brisa acesa,
tocando o invisível entre pele e emoção,
e cada segundo se veste de surpresa
no compasso indeciso do coração.
Há um mundo que nasce onde o gesto se encosta,
onde o olhar se demora mais do que deveria,
e a realidade, por um momento, se aposta
na invenção delicada da nossa sintonia.
Seguimos assim — sem mapa, sem norte, sem fim,
apenas dois rios buscando o mesmo mar,
e o que em nós se revela, tão dentro de mim,
é esse eterno aprender de amar.
❦
Cléia Fialho

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