TOCA DA LEOA
Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

domingo, 28 de agosto de 2016

DO APERITIVO À SOBREMESA

DO APERITIVO À SOBREMESA
Como um aperitivo de entrada  de maneira louca e safada  me ofereço à você... Como um manjar apetitoso  de modo quente e gostoso  me dou pra você provar...  Como uma sobremesa  suculenta sobre à mesa  me dou pra você lamber...  Vem me degustar  vem me comer  vem se fartar  e morrer de prazer!   Cléia Fialho Lind…

sábado, 27 de agosto de 2016

ALÉM DA CARNE

ALÉM DA CARNE
Não é preciso palavras a forçar, Pois o corpo fala no silêncio do olhar, E no toque sutil da mente, Ela se revela, entrega, completamente.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

CORPO A ARDER

CORPO A ARDER
Tuas mãos, como asas de seda, deslizam sobre mim,  despertando cada centímetro da minha pele.  O toque que ofereces é uma dança lenta e envolvente,  um convite ao pecado que não consigo recusar. Sinto o calor do teu pressionando contra o meu,  e cada movimento que fazes é um convite a explorar mais,  a p…

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

POEMA EM CHAMAS

POEMA EM CHAMAS
Deslizo... como se cada sílaba fosse pele, como se cada linha fosse tua. Minha voz? Um sussurro que arrepia a noite, um fio quente roçando tua nuca. Palavras se enroscam — não há métrica que contenha esse querer que pulsa entre as entrelinhas. Minhas metáforas te despem lentas, provocantes, famintas. …

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PELE COM PELE

PELE COM PELE
Nos passos que traças, me deslizo sem pressa, como brisa quente que contorna tua pele e se demora no desejo. Se teus olhos me buscam, me deixo guiar, há lume neles — fagulhas que acendem a calma ardente do meu corpo. No som da tua presença, meu silêncio estremece, é canto que vibra por dentro, é vonta…

terça-feira, 23 de agosto de 2016

A POESIA QUEM NOS POSSUI

A POESIA QUEM NOS POSSUI
Desvendo caminhos secretos com metáforas desnudadas, como mãos que tocam sem tocar, flutuando entre sentidos e silêncios. Versos deslizam — teus quereres se revelam nas entrelinhas onde me perco inteira. Minha pena encontra tua pele. Somos escrita e toque, encontro de almas que se reconhecem na palavr…

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A LINGUAGEM DO DESEJO

A LINGUAGEM DO DESEJO
A linguagem é pele que fala, é gesto que se insinua em silêncio, como mãos que, ao se tocarem, já sabem o destino do arrepio. O poeta — esse corpo que escreve — ama com as letras, deseja com os olhos, faz do papel um leito sagrado onde o verbo se despe e se deita. Cada verso pulsa como boca entreabert…

domingo, 21 de agosto de 2016

ENCONTRO EM NOTURNA HARMONIA

ENCONTRO EM NOTURNA HARMONIA
Na penumbra que se derrama sobre o silêncio das palavras, nossos corpos se buscam — não com pressa, mas com a urgência de quem reconhece a eternidade nos instantes. Cada toque — um verso sem rima, cada gemido — a música do íntimo. A noite nos cobre com seu manto cúmplice, e sob ela, nos despimos de t…

sábado, 20 de agosto de 2016

FOGO E VENTO

FOGO E VENTO
Sopro que invade e não se detém, venho a ti em rajadas de desejo, quebrando a calma, acendendo a pele, em chamas que dançam no tempo alheio. Sou trovão que abraça e fere, eco de força e de entrega sutil, te levo além do chão, além do medo, no voo breve do prazer febril. Teu corpo, campo de espigas dou…

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

O DESEJO É CHAMA VIVA

O DESEJO É CHAMA VIVA
Nos sussurros da noite, me entrego ao toque da pele, onde o desejo é chama viva que nunca se apaga. Teu corpo é mar onde navego, ondas que me levam e me trazem, e no silêncio entre os gemidos, sou feita de ti, inteira, indomável, livre. E no calor dos nossos corpos, os segredos se revelam, promessas s…

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

ATMOSFERA MÍSTICA

ATMOSFERA MÍSTICA
Versos livres se propagam em meu peito como atmosfera dramática e mística. Sou templo, sou oferenda, sou cálice que te espera cheio. A cada toque, um rito me consume. Teu hálito queima minhas preces e faz do meu corpo uma catedral ardente. Goza-me, como quem reza o fim do mundo.   Cléia Fialho

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

VIÇO LAMBIDO

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

OFÍCIO DE MULHER

OFÍCIO DE MULHER
Sou feita de desejo antigo, matéria sonhada nas mãos do tempo — sou mulher, e dentro de mim repousa uma oficina de mundos, onde cada suspiro pode virar aurora. Habito curvas que desenham mapas sem nome, e quem por mim passa, caminhante ou sonho, descobre terras onde a alma se desnuda. E eu, menina escondida n…

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

RÚBRA DE DELÍRIO

RÚBRA DE DELÍRIO
Teus lábios — névoa e calor, minha boca, em doce alvor. Num sussurro, sou teu cio, Teu toque causa arrepio. Teus lábios: névoa rubra de delírio, minha boca — altar de um beijo etéreo. Num sussurro de luz, sou teu martírio, e em teu templo profano, sou mistério.   Cléia Fialho

domingo, 14 de agosto de 2016

VÍCIO DO INVISÍVEL

VÍCIO DO INVISÍVEL
Tua ausência me percorre — como vento antigo que conhece minha pele melhor que meus próprios dedos. O ar tem gosto de lembrança. Há perfumes que sussurram morte, mas é tua ausência que mais fere. As sombras que já foram tuas caminham trêmulas, sem corpo, sem voz — apenas silêncio se arrastando nos ca…