Eu estava deitado na cama deles, e eles adoravam ter-me assim, entregue, vulnerável, pronto para tudo. Foi ele quem me contou, com detalhes, como tudo aconteceu.
A minha Rainha ordenou que eu me deitasse de costas e, sem hesitar, inclinou-se sobre mim, colando os lábios aos meus. Com a boca ainda na minha, sussurrou:
Senti o desejo a crescer como uma onda dentro de mim. A resposta saiu quente, quase sem fôlego:
– Quero, sim, meu amor… Diz-lhe que quero que ela me foda inteiro.
Ela deslizou a língua pelo meu corpo, descendo devagar, provocando cada centímetro da minha pele.
– Queres que ela te agarre neste pau, que o esfregue como eu faço?
– Quero, amor… – gemi.
– Então vou pegar na mão dela e guiá-la até aqui. Gostas, não gostas?
– Gosto… Que tesão tão grande vocês me dão… É tão bom…
Ela continuou a descer, até que a língua dela rodeou a cabeça do meu pau, quente e húmida, a ponta vermelha e inchada de tanto desejo.
– Queres que a nossa querida parceira o meta na boca dela?
– Sim, amor… – roguei.
– Então vamos. Vou colocá-lo na boquinha dela. Chupa, ele adora. Mama-lhe o pau todo, engole… É maravilhoso fazer um broche, não é? Chupa-o todo, querida, não tenhas medo. Deixa-me provar também um bocadinho…
Ela mamou com força, enquanto eu ali ficava, perdido naquele prazer brutal.
– Enquanto ela te chupa, vou morder as maminhas dela. Queres, querido?
– Sim, amor, morde os biquinhos da nossa parceira… Devagarinho, assim…
– Também queres chupá-las? – perguntou ela, com um sorriso malicioso.
– Quero. Dá-mas, mete os peitos dela na minha boca…
Ela levantou-se e aproximou-se, oferecendo-me as mamas da nossa querida, e eu chupei-as com avidez.
– E agora, como queres foder a nossa parceira? Queres que eu encoste o teu pau ao cuzinho dela?
– Sim, amor, quero… Até me esporro só de pensar…
– Então mete só a cabecinha, devagar, que dói à nossa querida…
O meu pau já roçava o rabinho dela, a tesão a latejar-me todo. Mas ela mudou de posição, obrigou-me a deitar de novo de costas e montou o meu rosto, com um joelho de cada lado.
– Anda, querido, chupa o grelinho da nossa parceira. Faz-lhe um minete como fazes a mim. Faz com que ela se venha na tua boca. Enquanto isso, eu chupo-lhe as maminhas. Vamos deixá-la louca de tesão… Olha, vê a minha língua e a dela…
E foi assim que ela se veio na minha boca, enquanto a outra gemia com os mamilos sugados com força.
Depois, ela deitou-se sobre mim, enfiou a língua na minha boca e murmurou:
– Sentes as duas a foder-te? Gostas, amor? Anda, dá-nos a tua esporra… Eu quero, a nossa parceira também quer… Anda, dá-me o teu leitinho, dá-lhe também… Andaaaa…
– Sim, querida, dou-vos a ambas… Tomaaaaa… Foda-se, que tesão tão grande… Com a nossa parceira é sempre tão bom…
– Eu e ela, não te esqueças… – respondeu ela, com um sorriso maroto, antes de se levantar para cuidar da higiene.
Fiquei ali, atordoado, o corpo ainda a tremer. Tomei um duche rápido, mas quando saí, ela já tinha a mão no meu pau, que começava a endurecer de novo.
– Humm… Foi bom, não foi, amor?
– Foi, muito bom. Temos de repetir com a nossa parceira mais vezes…
Querida parceira, foi mais ou menos assim. Houve muito mais, claro. A foda foi longa, intensa, com mais palavras, mais gemidos, mais entrega. Tu estavas lá, e nem imaginas a tesão que nos provocas. Também mamaste nos peitos da minha Rainha – grandes, lindos, com uns bicos deliciosos, principalmente quando ela está cheia de desejo. Não houve minete entre vocês, apenas língua e mamas, mas o suficiente para nos deixar loucos.
Eu amei esta loucura a três. E sim, estive lá com eles, nessa noite e em muitas outras. E é sempre assim: uma doideira, uma tesão absurda, impossível de controlar.
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Cléia Fialho
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