Teus dedos deslizam, toques a me incitar
A cada carícia, me perco no teu olhar
E no silêncio, deixo o prazer se revelar.
No teu corpo encontro o meu prazer
Em cada movimento, faço-te estremecer
Teus lábios, fogo que não... nosso apagar!
E quando a noite se dobra sobre nós dois,
o mundo desaparece sem amanhã depois,
resta apenas o pulsar da nossa conexão,
num caos doce de pura tentação.
o mundo desaparece sem amanhã depois,
resta apenas o pulsar da nossa conexão,
num caos doce de pura tentação.
E nesse encontro de entrega sem medida,
perde-se a noção da própria vida,
somos impulso, vertigem e emoção,
num só compasso de pura explosão.
perde-se a noção da própria vida,
somos impulso, vertigem e emoção,
num só compasso de pura explosão.


Boa noite, amiga Cleia,
ResponderExcluirMais uma belo e cativante poema, onde o desejo, a paixão, o amor ardente, vagueiam livre e lascivamente em cada palavra...
Adorei!
Deixo os votos de uma feliz semana, com tudo de bom
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Não se pode apagar um fogo que arde sem se ver...
ResponderExcluirMagnífico poema, gostei muito.
Boa semana querida amiga.
Um abraço.
Me encantó esa frase en donde desde el silencio se deja revelar el placer.
ResponderExcluirTe deseo una bella semana.
Besos.
El fuego de la pasión es incombustible.
ResponderExcluirBeijinhos doces.