Ela apoia as mãos no lençol revolvido e arqueia as costas, oferecendo os quadris para trás. O corpo treme de antecipação, os seios cheios balançam com o movimento. A noite abafada cola os cabelos soltos na nuca suada.
Ele se ajoelha atrás dela e posiciona os joelhos entre suas coxas, forçando-as a se abrirem. As mãos largas deslizam pelos quadris dela e agarram a carne com força, deixando os dedos marcados na pele.
A mão esquerda sobe pelas costas e prende os cabelos dela na nuca. Ele puxa com firmeza, forçando o pescoço a arquear para trás. A mão direita se espalma na base da espinha, mantendo os quadris dela no lugar.
O ranger da cama começa com o primeiro impacto — a madeira batendo na parede quando ele empurra o pau na entrada molhada dela sem avisar, forçando a passagem.
Ele não espera. O pau entra até o fundo de uma só vez, forçando a passagem apertada e molhada, e o corpo dela estremece inteiro. A mão nos cabelos prende firme, mantendo o pescoço arqueado para trás, e ele começa a meter com estocadas curtas e duras, o quadril batendo contra a bunda dela com um som seco que se mistura ao ranger da cama.
Os seios cheios balançam para a frente a cada impacto, a carne macia chacoalhando no ritmo das estocadas. Ele aperta os dedos na carne dos quadris dela e puxa o corpo de encontro ao seu, enterrando o pau até a base, os ovos batendo contra a pele molhada. Ela solta um gemido rouco, as mãos agarrando o lençol revolvido.
A buceta chia a cada investida — sons molhados e chupados que enchem o quarto abafado. Os líquidos escorrem pela parte interna das coxas dela, grossos e quentes, pingando no lençol já manchado. Ele mete mais forte, o suor escorrendo pelo peito largo, a mandíbula travada.
O ranger da cama fica mais alto, a madeira batendo na parede em um ritmo irregular e brutal. Ela tenta firmar os joelhos, mas as estocadas a empurram para a frente, os seios balançando violentos de um lado para o outro. Ele solta os cabelos por um instante e agarra os quadris com as duas mãos, os polegares cavando a carne, e puxa o corpo dela contra cada investida com força redobrada.
A cabeça do pau bate no fundo e ela solta um gemido agudo, involuntário, as costas arqueando ainda mais. As pernas tremem. Ele não diminui o ritmo — continua metendo fundo, estocadas contínuas que fazem o corpo dela sacudir inteiro.
O tapa estala na nádega direita sem aviso. A carne chacoalha, a pele fica vermelha na hora, e ela grita — um som alto que ecoa pela noite quente. Ele mantém o ritmo, a mão voltando para o quadril, e mete com mais força ainda. Os ovos batem contra o clitóris a cada impacto frontal, o atrito molhado fazendo o abdômen dela contrair em espasmos.
Ele prende os cabelos dela de novo, puxando com força, e as costas arqueiam até doer. As estocadas ficam mais fundas, mais rápidas, o pau abrindo caminho na buceta inchada. Os gemidos dela saem altos e incontroláveis, ecoando pela noite junto com o ranger da cama — a madeira batendo na parede sem parar, marcando o ritmo da posse.
O rosnado dele vem grosso, a respiração pesada, e ele enterra o pau até o fundo. O esperma quente espirra em jatos longos contra as paredes internas da buceta, pulsando dentro dela, e ele mantém o quadril colado enquanto goza. O líquido branco vaza pela entrada apertada, escorrendo ao redor do pau ainda enterrado.
O corpo dela desaba sobre os cotovelos, o pau dele ainda enterrado e o esperma escorrendo pelas coxas dela.
Ela jaz de bruços, os braços estendidos à frente, os dedos deslizando sem força pelo lençol revolvido. O corpo ainda treme em ondas lentas, os músculos das coxas pulsando no vazio. Entre as pernas, o líquido quente escorre — o esperma dele desliza pelos lábios inchados, viscoso e branco, pingando no lençol manchado. Ela sente cada gota descendo pela pele sensível, o caminho úmido que serpenteia até o joelho. A respiração sai funda e irregular, o peito subindo e descendo contra o colchão.
O peso dele desaba sobre as costas dela. O corpo largo e suado a cobre por inteiro, o peito colado nas escápulas, o quadril ainda encaixado contra as nádegas. A respiração ofegante dele sopra quente na nuca dela, o coração batendo forte o suficiente para ela sentir as pancadas através das costelas. Ele não se mexe — só fica ali, o peso morto de um corpo exausto, o suor dos dois se misturando na pele quente.
O ranger da cama diminui. A madeira para de bater na parede, o último estalo abafado se perdendo no silêncio pesado que toma o quarto. Só a respiração dos dois preenche o ar abafado da noite. Lá fora, nenhum som. Dentro, o cheiro de sexo e suor gruda em tudo.
Ele levanta a cabeça devagar, os lábios roçando a nuca dela. O beijo é úmido e lento, a boca que desliza pela pele salgada. A voz sai rouca, um murmúrio baixo contra os cabelos desgrenhados:
— Ainda é minha.
Os dois corpos suados permanecem colados, imóveis, enquanto a noite quente os envolve.

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