O DESFECHO O colchão afundou sob o peso dele. Rafael já estava em cima — os joelhos dele forçando as coxas dela a se abrirem, escancarando a buceta molhada para a luz da rua que cortava o quarto. Ele desceu. A boca quente cobriu a buceta de uma vez, a língua plana lambendo do clitóris até a entrada …
quinta-feira, 30 de abril de 2015
SEM LICENÇA - Capítulo II
quarta-feira, 29 de abril de 2015
SEM LICENÇA - Capítulo I
A PRESSÃO A porta estalou ao fechar. Rafael encostou-se nela e deixou o olhar descer pelo corpo dela — lento, sem pressa, como se já soubesse cada curva que encontraria. Ela recuou um passo. As costas tocaram a parede fria e a luz da rua cortou seu rosto, deixando o resto na penumbra. Ele avançou. Os…
quinta-feira, 23 de abril de 2015
BRASAS SOB A PELE - Capítulo II
O GOZO QUE CONFESSA Ela vira o rosto na almofada incandescente. As sílabas trêmulas ainda estão lá, presas no tecido, queimando sem resposta. O corpo exausto treme com a ausência da palavra dele. O Amante respira pesado contra suas omoplatas, o coração martelando nas costas suadas. A mão calejada de…
quarta-feira, 22 de abril de 2015
BRASAS SOB A PELE - Capítulo I
O SILÊNCIO QUE QUEIMA Ela se deita e os lençóis já não são lençóis — são brasas que se moldam ao corpo, o tecido ardendo sob as costas nuas, cada fibra um fio de calor que sobe pela espinha e se alastra. O quarto é escuro, mas o brilho alaranjado das chamas imaginárias lambe as paredes, as sombras da…
quinta-feira, 16 de abril de 2015
AREIA ENTRE OS DEDOS
Ela saiu da água com o corpo ainda quente de sol, os cabelos escorrendo sal nos ombros. Beto apareceu na frente dela, o sorriso torto bloqueando o caminho de volta para os amigos. — Vem cá. A mão dele fechou no pulso dela e puxou. As costas bateram na rocha fria, a areia úmida grudando nos pés. O ros…
sexta-feira, 10 de abril de 2015
O NÉCTAR DA TROCA
A tela brilhou no escuro e a mensagem queimou meus olhos antes mesmo que eu pudesse desviar. Cada palavra pulsava como se tivesse sido escrita com a ponta dos dedos dele percorrendo minha pele. Meu corpo reagiu antes da mente — as coxas se apertaram sozinhas, uma contra a outra, e senti o tecido da…
domingo, 5 de abril de 2015
SOB A MESA
O quarto estava escuro, cortado apenas pela luz alaranjada da rua que atravessava a persiana. Ela estava deitada de costas, imóvel, os olhos abertos no teto. Sentia o calor do corpo dele a centímetros, a cama estreita tornando impossível qualquer distância. A respiração dele era lenta, mas ela sabi…