O DESFECHO
O colchão afundou sob o peso dele.
Rafael já estava em cima — os joelhos dele forçando as coxas dela a se abrirem, escancarando a buceta molhada para a luz da rua que cortava o quarto.
Ele desceu.
A boca quente cobriu a buceta de uma vez, a língua plana lambendo do clitóris até a entrada num movimento lento e possessivo.
Ele sugou os lábios internos, puxando com os dentes de leve, e ela agarrou os cabelos escuros dele com as duas mãos, empurrando a cara dele com mais força contra a buceta.
Os quadris dela balançavam sem controle, esfregando a buceta na boca dele, a saliva e o mel escorrendo pelo queixo de Rafael enquanto ele a devorava.
— Me fode — ela implorou, a voz estrangulada.
— Me fode agora.
Rafael se levantou.
A cabeça do pau roçou a entrada da buceta, quente e inchada.
Ele estocou até o fundo com uma só estocada, forçando um gemido estrangulado da garganta dela.
As estocadas vieram rápidas e duras, os quadris batendo nas nádegas dela com som de carne molhada, o pau entrando e saindo completamente a cada golpe.
Ela cravou as unhas nas costas dele, arranhando a pele suada enquanto levantava os quadris para encontrar cada estocada, os seios balançando com o ritmo brutal.
Rafael cuspiu nos dedos e esfregou o clitóris dela em círculos rápidos, o pau afundando na buceta apertada sem piedade.
O orgasmo a rasgou.
Ela gritou o nome dele, a buceta contraindo e espremendo o pau em espasmos, jatos de mel escorrendo pela base e ensopando o lençol.
Rafael estocou três vezes com força, enterrando o pau fundo, e gozou dentro dela — jatos de porra quente enchendo a buceta, escorrendo pelos lados quando ele se sacudiu.
Ele colapsou sobre ela, o pau ainda pulsando dentro, os dois ofegantes e colados pelo suor.
Rafael rolou para o lado e a puxou contra o peito, os braços envolvendo as costas dela, as pernas entrelaçadas.
A luz da rua cortava o escuro e pintava listras na pele suada dos dois.
Ela sentia a porra morna escorrendo da buceta inchada, sujando as coxas, mas não se moveu.
Esfregou a bochecha no peito dele.
Rafael beijou o topo da cabeça dela e murmurou, a voz grave e rouca:
— Finalmente parou de lutar.
Ela sorriu contra a pele dele, rendida e aliviada.
Entrelaçou os dedos nos de Rafael sobre o peito dele e soltou um suspiro profundo, sem nenhuma vontade de se mover.
❦
Cléia Fialho


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