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quinta-feira, 30 de abril de 2015

SEM LICENÇA - Capítulo II




O DESFECHO

O colchão afundou sob o peso dele. 
Rafael já estava em cima — os joelhos dele forçando as coxas dela a se abrirem, escancarando a buceta molhada para a luz da rua que cortava o quarto. 
Ele desceu. 
A boca quente cobriu a buceta de uma vez, a língua plana lambendo do clitóris até a entrada num movimento lento e possessivo. 
Ela gemeu alto, as costas arqueando para fora do colchão. 
Ele sugou os lábios internos, puxando com os dentes de leve, e ela agarrou os cabelos escuros dele com as duas mãos, empurrando a cara dele com mais força contra a buceta. 
Os quadris dela balançavam sem controle, esfregando a buceta na boca dele, a saliva e o mel escorrendo pelo queixo de Rafael enquanto ele a devorava.

— Me fode — ela implorou, a voz estrangulada. 
— Me fode agora.

Rafael se levantou. 
A cabeça do pau roçou a entrada da buceta, quente e inchada. 
Ele estocou até o fundo com uma só estocada, forçando um gemido estrangulado da garganta dela. 
As estocadas vieram rápidas e duras, os quadris batendo nas nádegas dela com som de carne molhada, o pau entrando e saindo completamente a cada golpe. 
Ela cravou as unhas nas costas dele, arranhando a pele suada enquanto levantava os quadris para encontrar cada estocada, os seios balançando com o ritmo brutal. 
Rafael cuspiu nos dedos e esfregou o clitóris dela em círculos rápidos, o pau afundando na buceta apertada sem piedade.

O orgasmo a rasgou. 
Ela gritou o nome dele, a buceta contraindo e espremendo o pau em espasmos, jatos de mel escorrendo pela base e ensopando o lençol. 
Rafael estocou três vezes com força, enterrando o pau fundo, e gozou dentro dela — jatos de porra quente enchendo a buceta, escorrendo pelos lados quando ele se sacudiu. 
Ele colapsou sobre ela, o pau ainda pulsando dentro, os dois ofegantes e colados pelo suor.

Rafael rolou para o lado e a puxou contra o peito, os braços envolvendo as costas dela, as pernas entrelaçadas. 
A luz da rua cortava o escuro e pintava listras na pele suada dos dois. 
Ela sentia a porra morna escorrendo da buceta inchada, sujando as coxas, mas não se moveu. 
Esfregou a bochecha no peito dele. 
Rafael beijou o topo da cabeça dela e murmurou, a voz grave e rouca:

— Finalmente parou de lutar.

Ela sorriu contra a pele dele, rendida e aliviada. 
Entrelaçou os dedos nos de Rafael sobre o peito dele e soltou um suspiro profundo, sem nenhuma vontade de se mover.




Cléia Fialho

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