A palavra que dança na penumbra
Desenha curvas lentas pelo ar
É um toque de seda que deslumbra
E ensina o coração a descansar.
Como uma brisa que traz o arrepiado
Não pede licença nem quer que se rele
Apenas caminha por onde foi deixado.
Existe um fogo brando na leitura
Que acende o olhar e faz o tempo parar
A poesia na sua doce ternura
É o modo mais simples de nos encontrar.
Ela não grita mas sussurra segredos
Que habitam o fundo da alma cansada
Solta os silêncios e liberta os medos
Tornando a vida muito mais iluminada.
❦
Cléia Fialho


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