Desço a boca ao tronco ardente,
devoro-te como quem rasga o silêncio,
um verso bruto, sem pudor,
que se abre em fogo e vertigem.
Vou até o limite, faminta,
sem descanso, sem trégua,
bebo tua essência em ondas,
com um riso que corta a noite.
Selvagem, inteira, desmedida,
sou tempestade que não se contém,
sou carne que se lança ao abismo,
sou grito que nunca se cala.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
❦ OBRIGADA PELA SUA PRESENÇA
❦ É SEMPRE MUITO BOM TER VOCÊ AQUI
❦ COMENTE! EU SUPER AMO!
❦ VOLTE SEMPRE!
AFAGOS POÉTICOS EM SEU 💗
💋 DA 🐾