No crepúsculo dourado da paixão ardente,
Corpos entrelaçados, o mundo ausente.
Toques sutis como brisa a acariciar,
Pele a roçar, calor que incendeia,
Promessas sussurradas na noite serena.
Olhares que queimam como brasas acesas,
Segredos compartilhados, almas em travessas.
Curvas que se desenham, obras de arte vivas,
Lábios famintos exploram terras furtivas.
Suspiros e gemidos ecoam na penumbra,
Um hino à entrega, à luxúria que deslumbra.
❦
Cléia Fialho
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Mais uma vez dás ares da tua habil capaciadade para criar textos que pintam quadros de momentos apaixonantes cheios de ternura, mas onde também transparece toda a tensão sexual.
ResponderExcluirÓtimo!
Unas curvas que inspiran poemas con esta belleza y pasión.
ResponderExcluirSaludos.