🐾 "TOCA DA LEOA" 🐾 SENSUALIDADE & EROTISMO À FLOR DA POEISA 🐾

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

QUERO SENTIR ERETO




Os seus lábios vou umedecer
 com sua língua me tecendo
 estou gozando de prazer
 seu bigode já está percebendo.

 Após tantos orgasmos
 provocados por meu servo
 me recupero dos espasmos
 e pra você algo reservo.

 Como um agradecimento
 por todo prazer obtido
 vou sugar seu monumento
 sussurrando em seu ouvido.

 - "Goza para mim agora"
 que depois quero mais gás
 na boca da sua senhora
 que logo vai te dar atrás.

 Para ser perfeito
 tem que ser completo
 na xaninha, cuzinho e peito
 te quero sentir ereto.



Cléia Fialho

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

PRAZER QUE NÃO FINDA




Dei asas às fantasias
Em desejos eu me perdia
Na penumbra da madrugada
 Querendo sentir-me amada

 Ao caminho de livre acesso
Sentido meu néctar espesso
Meu sexo acariciaste
 Com ardor então me beijaste

 Duro eu pude sentir
Dois corpos estavam a fulgir
O seu membro latejante
 Em dança louca dos amantes

 Sonhar não é pecado
O amor tão imaginado
E desejar menos ainda
 Efetuou o prazer que não finda.



Cléia Fialho

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

MEU BOQUETE




Suplicas por minha boca
 Com veemência te sugarei
 Em estratégia ágil e louca

 Sôfrego te deixarei...
 Dependente do meu linguado
 E o meu boquete desejando

 Em minha boca obstinado
 Entra e sai se entornando...



Cléia Fialho

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

TESÃO BATE À PORTA




O que quero?
Quero só um beijo gostoso
atrevido, cheio de desejo
o tesão logo bate à porta…

domingo, 20 de fevereiro de 2022

sábado, 19 de fevereiro de 2022

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

VOU TE DAR EM TROCA




Inspira-me amor
 a tua poesia
 com todo este fulgor
 Despertando-me tirania
 tua provocação ressoa
 eu vou te dar em troca
 Minha libido de leoa
 E livre acesso à minha toca.



Cléia Fialho

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

COMO BEIJO ROUBADO




A tinta que desliza como beijo roubado
No corpo do poema, és tu desnudado
Cada verso é um sussurro, um gemido.
 
E o desejo embriagante se faz sentido
A cadência versal é como um lento dançar
No ritmo do amor, do sentir ao respirar.
 
Estrofes enlaçadas, se fundem em calor

Versejar sensual flamejando com ardor.



Cléia Fialho