Aproxima-te, oh fogo que arde em meus poros,
Teus olhos, labaredas, incendeiam meus sentidos,
Acaricia-me, desliza como um rio voraz,
Em cada toque, uma sinfonia de gemidos.
Sente o pulsar, a dança frenética da pele,
Teu desejo e o meu, em um só ritmo,
Mergulha no abismo, onde o tempo se dissolve,
A cada respiração, um novo vício.
Lambe-me, devora cada palavra sussurrada,
Teu corpo é a tempestade que eu anseio,
Na crueza do momento, somos bestas,
Explorando os limites do nosso desejo.
A vida se desfaz, somos apenas instintos,
Nessa selva de corpos, onde tudo é permitido,
Entregamo-nos ao êxtase, sem medo,
No labirinto da paixão, estamos perdidos.
E ao final, com a lua como testemunha,
Deixamos nossas marcas, cicatrizes de prazer,
Dançamos no silêncio, entre suspiros e risos,
Numa entrega visceral, que nunca vai se esquecer.
.gif)




.jpg)






