TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

domingo, 30 de novembro de 2025

SUSPIROS NO PAPEL



A vida se tece em suspiros sutis
Onde o gozo se esconde entre risos
Os versos, como brisa, buscam ser
Só suspiros, sem pressa de dizer.

Permita-me escrever em teus olhos
Onde cada palavra se faz poesia
E o silêncio entre nós sussurra
Que a vida, amor, é sonante melodia.

Nos teus suspiros, encontro o verso
Cada toque é um poema profundo
E assim, eternamente, escreverei,
Em ti, amor, versos do meu mundo.




  Cléia Fialho

sábado, 29 de novembro de 2025

NOITES SERENAS



Venho do sopro azul do horizonte
trazendo nas asas a essência do tempo
bordando manhãs no silêncio das cores.

Como chama acesa no campo
sou o brilho que corta o véu
do silêncio das noites serenas.

Crio os gestos nas sombras suaves
onde o anseio se encontra
Espalho a linguagem secreta do afeto.

Nas doces carícias do vento
Desmonto o mapa das palavras
na efêmera imortalidade da luz.

Sou uma alma livre, borboleta
que incendeia a terra dos versos
acendendo o encantamento.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

CUIDADO TERNO



Quero um amor sereno,
que o vento não desfaz,
nos gestos mais pequenos,
se mostra e vive em paz.

É chama que não grita,
mas arde devagar,
com força que acredita
no tempo de amar.

Não é paixão que voa,
de fogo sem raiz,
mas algo que perdoa
e busca ser feliz.

É no cuidado terno,
na calma do viver,
que o amor puro e eterno
se aprende a florescer.

Permanece no frio,
na dor ou na alegria,
é firme como um rio
que canta todo dia.

Entrega que é respeito,
carinho e lealdade,
é o que faz do peito
abrigo de verdade.





  Cléia Fialho

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

NAS SOMBRAS E PELES


Na dança lenta das sombras,
corpos se buscam sem nome,
silhuetas em brasa,
desejo que não se apressa.

Não há tempo —
só o instante em que a pele ouve,
em que o toque diz
aquilo que a boca silencia.

Sussurros sem voz
rasgam caminhos
nos contornos do prazer.
Cada curva, um convite.
Cada suspiro, um caminho novo.

Arrepios guiam o rumo,
sem direção, sem lógica —
apenas entrega.

Os olhos não pedem,
eles tomam.
Profundos, insaciáveis,
dizem tudo o que não cabe
em palavras.

E nesse balé invisível,
onde a alma se despe primeiro,
cada gesto se faz verso,
cada carícia —
uma oração pagã.

O toque vai além da carne.
É alma que roça alma,
desejo que nasce no fundo,
e sobe,
lentamente,
até incendiar o todo.

Na penumbra, dois mundos se dissolvem.
Não há rima.
Não há regras.
Só a poesia crua
do prazer que floresce
onde tudo é permitido.





  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DULCE

Nos encontramos
nas sombras da noite,
sob a luz da lua cúmplice,
amantes insaciáveis
​​entregues ao prazer da carne.


 GRATIDÃO 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

NA PENUMBRA DO DESEJO



Na dança sutil das sombras, corpos se entrelaçam,
silhuetas ardem — são labaredas que se abraçam.
Não há pressa no compasso dessa melodia,
apenas a fome lenta de explorar a ousadia.

Toques deslizam, como brisas quentes na pele nua,
sussurram segredos em línguas sem fala, sem rua.
Arrepios desenham trilhas de puro alvoroço,
e o silêncio geme entre suspiros e gozo.

Cada centímetro, território de promessas e vertigens,
onde os dedos se tornam versos, e os lábios — origens.
No caos mudo do quarto, o amor se faz rito,
comungando o sagrado no suor infinito.

Respirações ofegam, como ondas em colapso,
e os olhos, afogados, se devoram num abraço.
Cada gesto é uma entrega, cada carícia, alquimia,
num bailar sem pudor, onde o prazer é poesia.

Sensualidade que vai além da carne exposta,
é alma que se despe, é chama que não se encosta.
Na penumbra dos sentidos, o tempo não se contém —
dois mundos se unem...
e o gozo é quem vem.





  Cléia Fialho

terça-feira, 25 de novembro de 2025

VESTIDA DE DESEJO


Rendas e sedas, suspiros em forma de pele,
um toque — e já sou chama,
acendo os cantos da alma com gestos de afago,
tecendo fantasias no corpo da manhã.

As cores — provocantes — me anunciam
no compasso atrevido dos meus passos.
Atravesso a vida em dança,
com a ousadia escorrendo dos quadris,
me cubro de tesão como quem veste coragem.

Não peço licença ao pudor,
deixo que o desejo me conduza
pelos caminhos da intensidade,
onde o prazer é bússola,
e a confiança, lençol que me embala.

E assim, sou lascívia em flor,
em cada peça que escolho com alma,
em cada dobra que fala,
sou a pele viva da vontade.

Me visto de desejo todos os dias —
com rendas, com sedas, com cor.
Provocante, plena, eu sou.





  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DULCE

Vestida de desejo,
nua de prazeres
e entregue ao Meu Domínio.
Você é a luxúria desenfreada,
a indecência sem limites,
a chama ardente do pecado.
Mulher provocante,
fera sexual e prostituta submissa
aos Meus pés.


 GRATIDÃO

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

FOGO E ENCANTO NA PENUMBRA


Na penumbra da paixão,
Tudo arde em sintonia,
O desejo faz canção

Com seu toque de magia.
Corpos vão se enlaçando,
No silêncio se buscando,
Como em doce cantoria,
Onde a alma é melodia.

Suspiros ganham a sala,
Feitiço se faz presente,
Luxúria dança sem fala,
No olhar incandescente.
A pele vira alvorada,
A chama já está lançada,
No calor que se pressente,
Cada gesto é eloquente.

No compasso dos sentidos,
Corações se põem a nu,
Sonhos antes contidos
Agora ganham o azul.
A noite, cúmplice e bela,
Desenha a cena singela
Com promessas de um batuque
Que o desejo a todos induz.

E assim, nessa emoção,
De entrega e fascinação,
Voa livre o coração...
Na penumbra da paixão.





  Cléia Fialho

domingo, 23 de novembro de 2025

sábado, 22 de novembro de 2025

ENTRE OS CAMPOS DO DESEJO



Nos campos verdes do encanto,
teu olhar vem me buscar,
o vento sopra e, em pranto,
nossos corpos vão dançar.

Te entregas como o orvalho
que desliza sem pudor,
no teu toque sinto um galho
se enlaçando em minha flor.

Cada suspiro é semente
no jardim do bem-querer,
floresce a paixão ardente
no silêncio do prazer.

No riacho nos banhamos
com a alma despetalada,
em delírio nos amamos
sob a lua apaixonada.

E quando o gozo floresce
feito sol no entardecer,
a ciranda então acontece
num eterno renascer.

Que essa dança tão sentida
siga além do amanhecer,
nossa história é nascida
pelos ventos do querer.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

NA TEIA DO PRAZER



Nossos corpos dançam, em ritmo quente,
Trazendo à tona prazeres latentes.
Ecos de gemidos ecoam no ar,
Rendidos ao êxtase, sem hesitar.
 
Entrelaçados na teia do prazer,
Sussurros e suspiros a florescer.
Sensualidade em cada movimento,
Unidos pelo fogo do sentimento.
 
Almas se conectam, num enlace divinal,
Lembranças eternas, como um ritual.
Intimidade compartilhada, segredo nosso,
Onde a poesia eroticamente se faz gozo.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

TOQUES PROIBIDOS



No silêncio da noite, a escuridão nos acolhe,
Teus dedos traçam caminhos proibidos,
Cada carícia uma promessa,
Que acende em mim um fogo sagrado.

Tua boca busca minha com sede,
Num beijo que quebra todos os limites,
E no meio do caos, nos encontramos,
Numa dança que só nós dois entendemos.

Teu corpo contra o meu, pele com pele,
O mundo desaparece, resta apenas a nós,
Na loucura do desejo nos perdemos,
Numa paixão que queima e não pergunta.

As tuas mãos exploram, dominam,
Cada centímetro meu é teu território,
E no auge do prazer, nos entregamos,
A uma intensidade que nos consome.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

ENTREGUES À LUXÚRIA



Sensualidade em cada olhar,
Ecos de gemidos no ar.
Nossos corpos se entrelaçam,
Sussurros de prazer a ecoar.
 
Universo de desejos a se revelar,
Amantes entregues à luxúria e ao pecado.
Liberdade de sentir, de se entregar,
Intensidade e paixão lado a lado.
 
Ardor que queima em nossa pele,
Rendidos à entrega total.
Envolvidos num amor selvagem,
Seduzidos pelo desejo carnal.




  Cléia Fialho

terça-feira, 18 de novembro de 2025

ENCANTO ENTRE OS CAMPOS E O PRAZER



Na relva macia, ao sopro do vento,
corpos se buscam num doce momento.
Na dança da pele, suspiros se vão,

feito rio manso fluindo o verão.

Em meio ao trigo, beijos se acendem,
nos lábios que ousam, desejos estendem.
Carícias flamejam, em laços tão quentes,
os céus se curvam aos corpos ardentes.

O orvalho das flores beija os amantes,
que seguem os passos, tão delirantes.
Em poesias, o prazer se escreve,
na terra e no céu, o amor se atreve.

Sem medo ou pudor, em sonho e verdade,
a alma se abre à sensualidade.
Rodando no tempo, num só alvorecer,
sussurra o campo o prazer de viver.

E assim, paixão sem medida,
vive-se o gozo, celebra-se a vida.
Entrelaçados, num canto fremente,
colhem os frutos do amor em semente.





  Cléia Fialho