Teu rio, doce e sereno,
é onde encontro a paz e o alento,
nos teus beijos me afogo, me enredo,
Cada onda que beira a minha alma,
carrega suspiros e promessas a ecoar,
e, no abraço do teu rio, a calma,
um porto onde me vou me encontrar.
Nos momentos de tempestade e fúria,
teu porto é abrigo, meu lugar de luz,
e entre os beijos, a ternura,
sou refugiada no calor que em ti reluz.
Ah, como é bom mergulhar em ti,
nas águas suaves, onde sou a flor,
florescendo na boca do teu rio,
afogando-me no doce do teu amor.
❦
Cléia Fialho

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Muito bonito este texto.
ResponderExcluirSaboreamos a serenidade de um amor, direi eu, adulto.
Cumprimentos!
Wowww!... Cléia... teu poema parece ter vida própria! Respira!...
ResponderExcluirEle se expande e nos envolve numa doce e suave sensualidade, como uma flor
que mergulha nas águas cálidas de um rio onde floresce, entre beijos e ternura...
Beijosss, querida!