As mãos dela tremiam. Anne sentia os dedos contra o próprio ventre, incapaz de aquietá-los, enquanto Edu se aproximava na penumbra do quarto. A respiração falhou quando os dedos dele roçaram seus ombros por cima do tecido fino da blusa — um toque lento, provocante, que deslizou pela curva dos braços e voltou a subir. Ela estremeceu.
O roçar do corpo dele contra o seu despertou algo fundo. A pele quente de Edu encontrou a dela e o medo que a prendia começou a se desfazer, migalha por migalha, sob a pressão daquele atrito mínimo. Anne fechou os olhos e deixou a cabeça cair para trás.
Ela enterrou o rosto no pescoço dele e inalou. O cheiro de pele quente, de suor ainda fresco, saturou-lhe os sentidos. Era denso, masculino, e tomou conta do quarto escuro como se fosse a única coisa que importasse. Os corpos se pressionaram de pé — os peitos dela esmagados contra o peito firme de Edu, o suor já se formando entre eles. Anne arfou contra a garganta dele.
— Sou faminta de ti — sussurrou, e puxou a camisa dele para baixo.
As mãos dele encontraram a barra da blusa e puxaram para cima. O tecido roçou os mamilos eretos de Anne antes de cair no chão. Ela arquejou quando os seios nus se esmagaram contra o peito pelado de Edu — o calor da pele dele queimando a sua, os batimentos cardíacos trovejando em uníssono.
A boca de Anne encontrou a dele em um beijo faminto, desesperado, dentes batendo, línguas se enrolando. Edu a puxou para mais perto e desceu a boca pelo pescoço dela, sugando a pele com força. A saliva escorreu enquanto ele deixava uma marca escura na curva entre o ombro e a garganta.
Anne gemeu e empurrou Edu contra a parede. As pernas dela subiram e envolveram a cintura dele, e a buceta molhada roçou o pau duro por cima da calcinha fina. Edu apertou os quadris dela com os dedos cravados na carne e a puxou contra si em um ritmo urgente. Anne gemeu alto quando ele rasgou a calcinha e a empurrou contra a parede.
Com uma estocada bruta, Edu empurrou o pau duro e grosso dentro da buceta encharcada de Anne. Ela gritou contra a parede, as unhas cravadas nos ombros dele, as pernas apertando a cintura com força. O cheiro de pele quente e suor saturou o ar enquanto Edu a fodia de pé, ritmo profundo e implacável, o pau entrando até o fundo a cada investida. Os fluidos de Anne escorriam pelo pau dele, brilhando na penumbra, o som molhado da carne se chocando enchendo o quarto.
Anne arqueou as costas e soltou um gemido involuntário e alto, as paredes da buceta apertando o pau de Edu em espasmos. — Mais... — ofegou ela, a voz estrangulada. — Sempre mais...
Edu a jogou na cama de costas, o colchão afundando sob o peso. Ele levantou as pernas dela nos ombros e a penetrou novamente com estocadas violentas, os testículos batendo contra o cu de Anne em um ritmo furioso. Ela mordeu o ombro dele e arranhou as costas com as unhas, a buceta engolindo o pau inteiro, o som de carne molhada ecoando. Edu abaixou a cabeça e lambeu o mamilo duro de Anne, saliva escorrendo pelo bico do peito enquanto a fodia cada vez mais rápido.
Anne o empurrou de costas na cama e montou no pau dele, os quadris rodando, a buceta engolindo o pau até a base. O líquido dela pingava nos testículos de Edu, quente e viscoso. Edu agarrou os quadris dela e a empurrou para baixo com força, ritmo furioso, o pau entrando até o fundo. Anne gozou com a buceta contraindo em espasmos ao redor do pau dele, um gemido estrangulado escapando dos lábios, o gozo escorrendo pelo pau de .
Edu gozou dentro da buceta de Anne com um rosnado grave, o esperma quente enchendo-a e transbordando pela entrada, escorrendo pelos testículos dele. O cheiro de sexo e suor impregnava o ar. O esperma de Edu escorre da buceta de Anne enquanto ela ainda treme sobre ele.
Ela desmoronou sobre o peito dele, o corpo ainda percorrido por tremores que vinham em ondas cada vez mais espaçadas. O coração de Edu batia forte sob a orelha dela, um tambor abafado que parecia ocupar o quarto inteiro. Anne fechou os olhos e deixou-se ficar ali, o peso do corpo dele sob o dela, o esperma ainda escorrendo lentamente de sua buceta e umedecendo a pele das coxas.
Os corpos estavam grudados pelo suor, o peito dele colado ao dela, e cada respiração fazia o roçar do corpo reacender uma centelha mínima de atrito — pele quente contra pele quente, já sem urgência, apenas presença.
O cheiro de sexo e suor saturava os lençóis, denso e morno, e Anne inalou profundamente. O odor de Edu estava em tudo — na almofada, na própria pele dela, no ar parado da madrugada. Ela reconhecia aquele cheiro como uma âncora, a prova física de que ele ainda estava ali, de que ela ainda estava ali, inteira.
— Sou eu — sussurrou, os lábios roçando o peito dele. — Em um todo para Edu.
Edu não respondeu com palavras. As mãos grandes percorreram as costas dela em movimentos lentos, as pontas dos dedos seguindo o desenho da coluna, a pele úmida respondendo a cada toque. Ele a apertou contra si, um gesto que era posse e entrega ao mesmo tempo, e Anne sentiu o braço dele envolvê-la como se a selasse naquele lugar.
Ela fechou os olhos sorrindo enquanto Edu puxava o lençol e cobria os dois.
❦
Cléia Fialho

.png)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
🐾 OBRIGADA PELA SUA PRESENÇA
🐾 É SEMPRE MUITO BOM TER VOCÊ AQUI
🐾 FIQUE À VONTADE PARA COMENTAR OU FAZER UMA INTERAÇÃO NAS POESIAS
🐾 SERÁ UM IMENSO PRAZER COLOCÁ-LA JUNTO À MINHA
🐾 VOLTE SEMPRE!
AFAGOS POÉTICOS EM SEU 💗
🐾