Nos murmúrios que o vento traz,
Sobre o que penso e falo,
Declaro, sem mais, sem paz,
Que não sou de ferro, nem de estalo.
Flutuo com força e alento,
Sou ventania que invade,
E arranca o medo do pensamento.
Mas sou também, em minha essência,
Cristal que brilha, frágil e sereno,
Que ao toque, perde a coerência,
E ao mesmo tempo, sustenta o terreno.
Sou ar que dança e se desfaz,
Às vezes leve, outras, forte e audaz,
Com conta, peso, e medida,
Mas sempre, na essência, vida.
❦
Cléia Fialho

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deja tu esencia libre y seremos amigos de nuestras letras.
ResponderExcluirLeona , tienes las puertas en mi espacio tantas veces censurado por la boca de escritores sin espíritu de vida
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