🐾 "TOCA DA LEOA" 🐾 SENSUALIDADE & EROTISMO À FLOR DA POEISA 🐾

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

INSANA POESIA




Aceito o teu convite com alegria
Contente com a tua cortesia
Não sei se devo usar de ousadia

DO APERITIVO À SOBREMESA



quinta-feira, 7 de agosto de 2025

VERSOS PERDIDOS




Versos perdidos ao vento, sem destino
Em folhas de papel, ecoam no ar
Palavras que se perdem, sem tino

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

O DESPERTAR D'ALMA




Na quietude da noite, a alma desperta
Elevando-se acima do mundo material
O corpo adormece, mas o espírito alerta

ALÉM DA CARNE




Não é preciso palavras a forçar,
Pois o corpo fala no silêncio do olhar,
E no toque sutil da mente,
Ela se revela, entrega, completamente.

terça-feira, 5 de agosto de 2025

QUANDO O CORAÇÃO SE ABRE




Paz não é silêncio vazio,
não é ausência total de barulho,
é encontro — suave, tênue, urgente —
entre o respirar do mundo e o do coração.

É o abraço que acolhe as diferenças,
a mão estendida no meio da tempestade,
a coragem de ouvir o outro sem julgar,
de ser ponte onde antes havia muro.

Paz é o instante em que o ódio se cansa,
e a esperança floresce mesmo em chão árido,
é a semente plantada em terreno difícil,
a promessa que insiste em crescer.

Não é fuga, não é ilusão,
é luta calma, é resistência delicada,
é o olhar que decide enxergar o brilho
mesmo em dias cinzentos.

Paz é respirar fundo,
é encontrar dentro de si um refúgio,
é compreender que o mundo começa
quando o coração se abre.




Cléia Fialho

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

A BEIRA-MAR




A beira-mar onde as ondas intrincam
O sol pinta o céu com cores de esmeralda
Um refúgio secreto onde os sonhos imbricam

domingo, 3 de agosto de 2025

DENSO E SUTIL



O beijo, doce ardor,
Mistura céu e cor.
É chama que se acende,

sábado, 2 de agosto de 2025

NO COMPASSO DOS TEUS GEMIDOS




No compasso dos teus gemidos,
meu corpo arde em teu fulgor,
perdido em versos desmedidos,

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

TE POSSUO




Te devoro na febre dos meus anseios,
te prendo em minhas garras de desejo,
desvendo teus mistérios em lampejos,