🐾 "TOCA DA LEOA" 🐾 SENSUALIDADE & EROTISMO À FLOR DA POEISA 🌶️ 🔞 🌶️

🐾 SE EU FOSSE FALAR EM POESIA E NAS MINHAS VONTADES 🐾 AFRODITE NEM EXISTIRIA E KAMA SUTRA SERIA BOBAGEM 🐾


domingo, 30 de agosto de 2015

SABOR DE TI




Beijando aquilo que tens de mais doce,
Os lábios se entregam, em suave toque,
És a tentação que a alma me oferece,
No gesto em que o meu corpo provoque.

sábado, 29 de agosto de 2015

CAMINHOS PARA O DESEJO




— Há palavras que não se limitam ao papel.

— Elas deslizam pela pele da memória,
despertam sentidos,
abrem caminhos para o desejo

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O AMOR CHEGA SEM PEDIR LICENÇA




O amor chega sem pedir licença.

Toma conta dos meus dias,
atravessa meus silêncios,
acende lugares

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

terça-feira, 25 de agosto de 2015

PERMANEÇA SILÊNCIOSO E INTEIRO




Nas trilhas da vida,
deixo palavras espalhadas
como quem semeia lembranças.

Escrevo para que o mundo saiba

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

domingo, 23 de agosto de 2015

O AMOR QUE PULSA DENTRO DA GENTE




As tuas mãos quentes me apertando,
Sinto o calor que delas irradia.
Um gesto terno, amoroso e cativante,
Que acalenta meu coração com alegria.

sábado, 22 de agosto de 2015

MARÉ DE TI




Teu corpo é a maré que me arrasta e me afoga,
Onde a água invade a praia e a possui devagar;
Teu gemido — licor que meu ventre interroga,
Tua boca, sacrilégio que me faz blasfemar.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A VARANDA




Fazia trinta e dois graus à meia-noite.
O calor que não deixa dormir, que faz o corpo pedir vinho gelado, janelas abertas e roupa nenhuma. Estávamos os dois na varanda do meu quinto andar — ele de calções, sem camisa, eu com uma camisa larga dele por cima da pele nua e nada por baixo.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

CADA GOLE UM DESEJO




Nos labirintos do toque,   
os sentidos dançam,   
despertam sussurros,   
na brisa suave da pele,   
um convite ao desconhecido. 

domingo, 16 de agosto de 2015

QUARTO 47




Vi-o ao balcão do bar do hotel.

Estava sozinha em Lisboa, numa viagem de trabalho que já tinha acabado, com um voo às sete da manhã e uma cama de hotel que não me apetecia nada. Desci ao bar por causa do tédio. E ali estava ele — de fato escuro, gravata desapertada, um whisky à frente e um livro que fingia ler.