TOCA DA LEOA
Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A PONTE DOS TRÊS AMANTES

A PONTE DOS TRÊS AMANTES
O vento do fim de tarde cortava a ponte abandonada quando Bia parou no centro exato, os quadris encostados no corrimão enferrujado. O metal rangeu sob o peso dela — um gemido longo que ecoou sobre o rio seco lá embaixo. Rafa e Leo estavam a três passos de distância, um de cada lado, os olhos medindo…

terça-feira, 4 de novembro de 2014

O CADERNO DA GAVETA DE BAIXO

O CADERNO DA GAVETA DE BAIXO
Segunda-feira, 23h51 Comprei este caderno hoje. Vai guardar o que ele me faz. No hotel, sentou-me na secretária, abriu-me as coxas devagar, e a boca dele desceu-me até me fazer implorar. Vim contra os seus dentes, com as pernas a tremerem sobre os seus ombros, gritando um palavrão que nunca me tinha …

sábado, 1 de novembro de 2014

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

DEPOIS DO PRIMEIRO ORGASMO

DEPOIS DO PRIMEIRO ORGASMO
A lua prateada entrava pela janela entreaberta do quarto, iluminando o corpo nu de Ana deitada na cama. Seus mamilos rosados estavam duros, apontando para o teto enquanto ela esperava. A porta se abriu e João entrou, já sem roupa, o pau grosso balançando entre as pernas. Ele se aproximou da cama sem…

domingo, 26 de outubro de 2014

SELVAGEM EM PRAIA DESERTA

SELVAGEM EM PRAIA DESERTA
A praia deserta respirava silêncio, mas o vento carregava luxúria.  A lua iluminava o mar como cúmplice, e cada onda que quebrava parecia marcar o ritmo da selvageria.  Ele a puxou pela cintura, jogando-a contra a areia fria, o corpo dela se arqueando sob o peso da fúria.  Sua boca mordia, sugava, ras…

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

SELVAGENS NA CABANA

SELVAGENS NA CABANA
A cabana isolada no meio da noite parecia respirar pecado.  O cheiro de madeira úmida misturava-se ao suor que já escorria antes do primeiro toque.  Ele a empurrou contra a mesa rústica, o som da madeira rangendo acompanhava cada gesto brutal.  Sua boca percorreu cada curva, mordendo, sugando, rasgand…

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

SELVAGENS NO CARRO

SELVAGENS NO CARRO
O carro parado no acostamento parecia um esconderijo proibido.  O vidro já embaçava antes mesmo do primeiro toque.  Ele a puxou para o banco de trás com brutalidade, o estofado rangendo sob o peso da luxúria.  Sua boca percorreu cada curva, mordendo, sugando, rasgando, enquanto as mãos a prendiam cont…

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

FOGO INFINITO

FOGO INFINITO
O desejo queima dentro de mim como um inferno que nunca se apaga, uma fome que corrói a alma e consome o corpo em chamas vivas.  Dedos famintos deslizam, invadem, exploram cada curva da virilha com uma voracidade implacável, penetrando fundo, provocando tremores e ondas de prazer que reverberam por …

sábado, 11 de outubro de 2014

O NÉCTAR DA TUA PELE

O NÉCTAR DA TUA PELE
As mãos dele encontraram a parte interna das coxas dela e afastaram-nas com uma lentidão que era quase uma oração. A luz do poste de rua entrava pela janela e pintava de prata a umidade que já brilhava entre as pernas dela.  Ele viu-a exposta — os grandes lábios entreabertos, a vulva reluzente de lu…

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

CAVALGADA

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domingo, 5 de outubro de 2014

DE BRUÇOS AINDA A TREMER

DE BRUÇOS AINDA A TREMER
O corpo ainda não lhe obedecia. Cada músculo vibrava numa frequência própria, descontrolada, como se o clímax tivesse desfeito todas as ligações entre a vontade e a carne. Estava de bruços, a cara meio afundada na almofada, e ouvia a própria respiração — um arquejo rouco, arrastado, que lhe saía da…

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

UM FIO DE SALIVA E SÊMEN

UM FIO DE SALIVA E SÊMEN
Ajoelhou-se diante dele, os joelhos nus contra o soalho frio, e a luz da vela a arder desenhou-lhe sombras nos ombros. Os olhos fixos nos dele, as mãos subiram-lhe pelas coxas, devagar, sentindo cada músculo tenso sob o tecido.  Os dedos encontraram o cinto e abriram-no sem pressa, o estalo do couro…