TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

DEPOIS DO PRIMEIRO ORGASMO



A lua prateada entrava pela janela entreaberta do quarto, iluminando o corpo nu de Ana deitada na cama. Seus mamilos rosados estavam duros, apontando para o teto enquanto ela esperava. A porta se abriu e João entrou, já sem roupa, o pau grosso balançando entre as pernas.

Ele se aproximou da cama sem dizer uma palavra. Suas mãos grandes agarraram os tornozelos de Ana e puxaram suas pernas para cima, abrindo-as completamente. O rosto dele desceu entre suas coxas e sua língua encontrou o clitóris inchado dela, lambendo devagar primeiro, depois sugando com força. Ana gemeu alto, os quadris se movendo contra a boca dele.

João enfiou dois dedos dentro da boceta molhada dela, movendo-os para dentro e para fora enquanto continuava chupando o clitóris. O som molhado dos dedos entrando e saindo preenchia o quarto. Ana apertava os lençóis, os seios subindo e descendo com a respiração pesada.

Ele se levantou e posicionou o pau na entrada da boceta dela. Com um impulso firme, enterrou todo o pau dentro dela de uma vez. Ana gritou de prazer, as paredes internas apertando ao redor do pau grosso. João começou a foder ela com força, o pau entrando e saindo completamente a cada estocada.

Ele agarrou os seios dela, apertando os mamilos entre os dedos enquanto continuava metendo fundo. Ana enrolou as pernas ao redor da cintura dele, puxando-o mais para dentro. O pau batia contra o fundo da boceta dela a cada estocada.

João virou Ana de quatro, empurrando o pau de volta dentro dela por trás. Agarrou os quadris dela e fodeu com mais força, as bolas batendo contra o clitóris dela a cada estocada. Ana gozou primeiro, o corpo tremendo, a boceta apertando ao redor do pau dele. João continuou fodendo ela através do orgasmo, até que ele também gozou, enchendo ela com jatos quentes de porra.

Depois do primeiro orgasmo, João não parou. Ele puxou o pau ainda duro para fora da boceta encharcada de Ana e passou a cabeça grossa entre as dobras inchadas dela, espalhando a mistura de porra e gozo pela boceta sensível. Ana ofegava, o corpo mole na cama, mas João a virou de barriga para cima novamente e mergulhou a cara entre suas pernas mais uma vez. Sua língua lambeu a boceta inchada dela, sugando os lábios inchados e o clitóris latejante, bebendo a própria porra que tinha acabado de jorrar dentro dela.

Ana agarrou o cabelo dele, gemendo mais alto quando ele enfiou a língua dentro da boceta dela, fodendo-a com a língua enquanto os dedos dele apertavam seus mamilos. Ela gozou de novo, o corpo convulsionando, o gozo escorrendo pela boca dele.

João se levantou, o pau latejando, e empurrou Ana contra a cabeceira da cama. Ele segurou a cabeça dela com uma mão e enfiou o pau na boca dela com a outra. Ana engoliu o pau grosso dele até o fundo da garganta, engasgando mas não parando. João fodeu a boca dela com força, as bolas batendo contra o queixo dela enquanto ela engolia o pau até o fundo.

Ele a puxou para cima e a colocou de costas contra a parede. Levantou uma perna dela e enfiou o pau na boceta dela novamente, fodendo-a contra a parede com estocadas profundas e rápidas. Ana gritava a cada estocada, as unhas arranhando as costas dele enquanto ele a fodia sem piedade.

João a levou até a janela, abriu a cortina completamente e a dobrou sobre o parapeito. Ele enfiou o pau na boceta dela por trás, fodendo-a enquanto a lua iluminava seus corpos. Qualquer um que olhasse para cima poderia ver Ana sendo fodida sem piedade, o pau entrando e saindo dela sem parar.

Ele gozou mais uma vez dentro dela, enchendo a boceta dela até transbordar. Ana sentiu a porra quente escorrendo pelas coxas enquanto João continuava a foder ela através do segundo orgasmo dele. Ele a virou novamente e a colocou de joelhos, ordenando que ela limpasse o pau dele com a boca. Ana lambeu e chupou o pau dele, engolindo a mistura de porra e gozo dela, até que João a puxou para cima e a beijou profundamente, compartilhando o gosto com ela.

Eles caíram na cama juntos, o corpo dele ainda dentro dela, o pau amolecendo lentamente dentro da boceta inchada e cheia de porra dela. Ana sorriu, satisfeita e exausta, enquanto João beijava seu pescoço e sussurrava que ainda não tinha acabado com ela.




  Cléia Fialho

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