sábado, 31 de maio de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
A PULSAÇÃO DAQUELE ORGASMO
quarta-feira, 28 de maio de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
O DOMÍNIO DO CORPO
Ela estava deitada de bruços quando ele entrou no quarto. Não se mexeu. Queria que ele a visse assim — espalmada, entregue, as pernas ligeiramente separadas, a pele ainda quente do banho que tomara enquanto o esperava. A toalha caíra para o lado, deixando as curvas expostas, as marcas da água a escorrerem pelas costas.
domingo, 25 de maio de 2014
AI PORRA, ELA GOZOU!
Eu ouvi cada gota desse gozo escorrer pelas entrelinhas.
Senti o teu corpo arquejar
contra as palavras que escrevi para ti.
Tu gozaste — e eu gozei contigo.
Não há maior prémio que o teu tremor.
Não há verso mais bonito que o teu silêncio depois.
Não há fome que se compare à tua saciedade.
Agora descansa, minha fera.
Molhada. Ofegante. Tua.
Quando o desejo bater outra vez
— e eu sei que vai bater —
eu estarei aqui.
Com os dedos prontos.
Com a língua afiada.
Com o tesão guardado só para ti.
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Cléia Fialho
sábado, 24 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
DUAS MULHERES E UM HOMEM
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
ELA DOMINA E ELE OBEDECE
segunda-feira, 19 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
COMO UM PREDADOR QUE REDEIA A PRESA
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sexta-feira, 16 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
A COREOGRAFIA DA BOCA
terça-feira, 13 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
A MULHER QUE TREME
As mãos dela tremiam. Anne sentia os dedos contra o próprio ventre, incapaz de aquietá-los, enquanto Edu se aproximava na penumbra do quarto. A respiração falhou quando os dedos dele roçaram seus ombros por cima do tecido fino da blusa — um toque lento, provocante, que deslizou pela curva dos braços e voltou a subir. Ela estremeceu.
O roçar do corpo dele contra o seu despertou algo fundo. A pele quente de Edu encontrou a dela e o medo que a prendia começou a se desfazer, migalha por migalha, sob a pressão daquele atrito mínimo. Anne fechou os olhos e deixou a cabeça cair para trás.
Ela enterrou o rosto no pescoço dele e inalou. O cheiro de pele quente, de suor ainda fresco, saturou-lhe os sentidos. Era denso, masculino, e tomou conta do quarto escuro como se fosse a única coisa que importasse. Os corpos se pressionaram de pé — os peitos dela esmagados contra o peito firme de Edu, o suor já se formando entre eles. Anne arfou contra a garganta dele.
— Sou faminta de ti — sussurrou, e puxou a camisa dele para baixo.
As mãos dele encontraram a barra da blusa e puxaram para cima. O tecido roçou os mamilos eretos de Anne antes de cair no chão. Ela arquejou quando os seios nus se esmagaram contra o peito pelado de Edu — o calor da pele dele queimando a sua, os batimentos cardíacos trovejando em uníssono.
A boca de Anne encontrou a dele em um beijo faminto, desesperado, dentes batendo, línguas se enrolando. Edu a puxou para mais perto e desceu a boca pelo pescoço dela, sugando a pele com força. A saliva escorreu enquanto ele deixava uma marca escura na curva entre o ombro e a garganta.
Anne gemeu e empurrou Edu contra a parede. As pernas dela subiram e envolveram a cintura dele, e a buceta molhada roçou o pau duro por cima da calcinha fina. Edu apertou os quadris dela com os dedos cravados na carne e a puxou contra si em um ritmo urgente. Anne gemeu alto quando ele rasgou a calcinha e a empurrou contra a parede.
Com uma estocada bruta, Edu empurrou o pau duro e grosso dentro da buceta encharcada de Anne. Ela gritou contra a parede, as unhas cravadas nos ombros dele, as pernas apertando a cintura com força. O cheiro de pele quente e suor saturou o ar enquanto Edu a fodia de pé, ritmo profundo e implacável, o pau entrando até o fundo a cada investida. Os fluidos de Anne escorriam pelo pau dele, brilhando na penumbra, o som molhado da carne se chocando enchendo o quarto.
Anne arqueou as costas e soltou um gemido involuntário e alto, as paredes da buceta apertando o pau de Edu em espasmos. — Mais... — ofegou ela, a voz estrangulada. — Sempre mais...
Edu a jogou na cama de costas, o colchão afundando sob o peso. Ele levantou as pernas dela nos ombros e a penetrou novamente com estocadas violentas, os testículos batendo contra o cu de Anne em um ritmo furioso. Ela mordeu o ombro dele e arranhou as costas com as unhas, a buceta engolindo o pau inteiro, o som de carne molhada ecoando. Edu abaixou a cabeça e lambeu o mamilo duro de Anne, saliva escorrendo pelo bico do peito enquanto a fodia cada vez mais rápido.
Anne o empurrou de costas na cama e montou no pau dele, os quadris rodando, a buceta engolindo o pau até a base. O líquido dela pingava nos testículos de Edu, quente e viscoso. Edu agarrou os quadris dela e a empurrou para baixo com força, ritmo furioso, o pau entrando até o fundo. Anne gozou com a buceta contraindo em espasmos ao redor do pau dele, um gemido estrangulado escapando dos lábios, o gozo escorrendo pelo pau de .
Edu gozou dentro da buceta de Anne com um rosnado grave, o esperma quente enchendo-a e transbordando pela entrada, escorrendo pelos testículos dele. O cheiro de sexo e suor impregnava o ar. O esperma de Edu escorre da buceta de Anne enquanto ela ainda treme sobre ele.
Ela desmoronou sobre o peito dele, o corpo ainda percorrido por tremores que vinham em ondas cada vez mais espaçadas. O coração de Edu batia forte sob a orelha dela, um tambor abafado que parecia ocupar o quarto inteiro. Anne fechou os olhos e deixou-se ficar ali, o peso do corpo dele sob o dela, o esperma ainda escorrendo lentamente de sua buceta e umedecendo a pele das coxas.
Os corpos estavam grudados pelo suor, o peito dele colado ao dela, e cada respiração fazia o roçar do corpo reacender uma centelha mínima de atrito — pele quente contra pele quente, já sem urgência, apenas presença.
O cheiro de sexo e suor saturava os lençóis, denso e morno, e Anne inalou profundamente. O odor de Edu estava em tudo — na almofada, na própria pele dela, no ar parado da madrugada. Ela reconhecia aquele cheiro como uma âncora, a prova física de que ele ainda estava ali, de que ela ainda estava ali, inteira.
— Sou eu — sussurrou, os lábios roçando o peito dele. — Em um todo para Edu.
Edu não respondeu com palavras. As mãos grandes percorreram as costas dela em movimentos lentos, as pontas dos dedos seguindo o desenho da coluna, a pele úmida respondendo a cada toque. Ele a apertou contra si, um gesto que era posse e entrega ao mesmo tempo, e Anne sentiu o braço dele envolvê-la como se a selasse naquele lugar.
Ela fechou os olhos sorrindo enquanto Edu puxava o lençol e cobria os dois.
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Cléia Fialho
sábado, 10 de maio de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
AMARRAR-ME A TI
Os lençóis revolvidos enrolavam-se-lhe entre os dedos, o tecido húmido do suor que lhe escorria pelas costas magras. Torcia o algodão com força, a respiração falhada, o peito a arder. A fúria do corpo represada latejava-lhe nas coxas, na garganta seca, na ganância de ter o sexo do outro cravado em si — o peso, o cheiro, o sabor do fluido que ainda não provara.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
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