A ALMOFADA ÚMIDA Fico imóvel. O corpo não me obedece, está desfeito, os músculos ainda a pulsarem em ecos do espasmo que passou. Sinto o l...
sábado, 9 de maio de 2015
sexta-feira, 8 de maio de 2015
OS LENÇÕES EM BRASA - Capítulo I
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quinta-feira, 7 de maio de 2015
VERSOS OBSCENOS
Tua língua traça versos obscenos em minha pele arqueada e ofegante, descendo devagar pelo ventre sensível, provocando o centro de tudo, at...
quarta-feira, 6 de maio de 2015
DEVORADOS PELO FOGO
Tuas mãos descem ferozes pelo meu ventre, acendendo rastros de chama em cada poro da minha pele sensível e exposta. Eu me abro, entrego,...
terça-feira, 5 de maio de 2015
BEIJOS QUE QUEIMAM
Dos beijos que incendeiam a minha pele nua e sensível, deixando rastros de fogo líquido em cada curva e dobra, na busca voraz e devorante...
segunda-feira, 4 de maio de 2015
RECEPTIVA E FAMINTA
A umidade entre minhas pernas já é incontrolável, um escorregadio lembrete obsceno e quente de que meu corpo está pronto, aberto, exposto,...
domingo, 3 de maio de 2015
CHEIROS DE NÉCTAR
Cheiros de néctar, o aroma da paixão, Envolve nossos corpos num doce abraço, E nesse encontro, somos um furacão, Sacia-se a sede em cada bei...
sexta-feira, 1 de maio de 2015
AROMA DE SEXO
O aroma que em ti reside é poesia obscena e carnal, que me embriaga como licor forte, me envolve em névoa de suor salgado, me consome em ch...
quinta-feira, 30 de abril de 2015
SEM LICENÇA - Capítulo II
O DESFECHO O colchão afundou sob o peso dele. Rafael já estava em cima — os joelhos dele forçando as coxas dela a se abrirem, escancarando ...
quarta-feira, 29 de abril de 2015
SEM LICENÇA - Capítulo I
A PRESSÃO A porta estalou ao fechar. Rafael encostou-se nela e deixou o olhar descer pelo corpo dela — lento, sem pressa, como se já soubes...
terça-feira, 28 de abril de 2015
CONVITE DE CARNE
Tua pele é o convite que minha língua aceita voraz, sedosa, salgada, cheirando a suor noite adentro e a sexo quente. Embalada em notas de ...
segunda-feira, 27 de abril de 2015
FOGO E MORDIDA
Desejos que não dormem, roem a carne viva, um ardor sem trégua, língua de fogo lambendo a virilha do pensamento. O corpo vibra em cada fib...
domingo, 26 de abril de 2015
CORPOS ENTRELAÇADOS I
Certas sensações desabrocham na pele o arrepio se espalha, me obriga a roçar, envolvendo corpos num jogo de fome e mordida, onde cada toque...
sexta-feira, 24 de abril de 2015
SUOR E SABOR
Nossos corpos se devoram num frenesi línguas traçam caminhos de fogo nas dobras da pele, mãos apertam carne viva deixam marcas de posse e lu...
quinta-feira, 23 de abril de 2015
BRASAS SOB A PELE - Capítulo II
O GOZO QUE CONFESSA Ela vira o rosto na almofada incandescente. As sílabas trêmulas ainda estão lá, presas no tecido, queimando sem respost...
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