🐾 "TOCA DA LEOA" 🐾 SENSUALIDADE & EROTISMO À FLOR DA POEISA 🌶️ 🔞 🌶️

🐾 SE EU FOSSE FALAR EM POESIA E NAS MINHAS VONTADES 🐾 AFRODITE NEM EXISTIRIA E KAMA SUTRA SERIA BOBAGEM 🐾


sábado, 30 de janeiro de 2016

DESENHANDO CONTORNOS




Teu olhar é um incêndio
que reconheço na penumbra,
um chamado silencioso que a pele traduz
antes mesmo de qualquer toque.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

RASTRO DE SUOR E DESEJO



O poema se despoja de qualquer defesa,
desnudando-se no papel como se a própria página
fosse a curva do teu corpo a me convidar.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

MAPA DE SEGREDOS GUARDADOS




O silêncio no quarto pesa, denso e aquecido,
um cenário montado para a nossa nudez.
Teus dedos percorrem minha pele
como quem lê um mapa de segredos guardados,

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

SUSPIROS GUIADOS PELO DESEJO



Na doçura dos teus lábios, mergulho, em teus olhos encontro refúgio, um abrigo que não precisa nome, um silêncio que me acolhe inteira.

sábado, 23 de janeiro de 2016

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

UMA CHAMA QUE NOS CONSOME



O teu sorriso é o mapa que eu sigo,
onde meus olhos se perdem
para encontrar, no brilho da tua íris,
o lugar onde o divino se faz carne.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

ESCRITA DE DESEJO SOBRE O LENÇOL




A ponta dos dedos mapeia cada centímetro,
um traçado que busca pulsação.
Sinto o calor que emana da tua pele
e o mundo, lá fora,

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

domingo, 17 de janeiro de 2016

TUA BOCA TRAÇA MAPAS




O desejo desce denso, ocupando os espaços,
anunciado pelo calor brutal do teu olhar.
Quando finalmente nossos corpos se chocam,
o tempo perde a pressa e se dissolve

sábado, 16 de janeiro de 2016

DELICIOSA FRUTA




Deliciosa fruta, é convite.
Tua carne cede ao toque,
um rubi que se oferece,
exalando o perfume de uma vontade antiga.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

UMA ELETRECIDADE QUE ARREPIA




O corpo se curva,
um arco que busca a própria flecha,
uma rendição que não é derrota,
mas o ponto mais alto
de uma entrega sem reservas.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

ENTRE A MINHA BOCA E A TUA




A saliva é a primeira ponte,
um fio transparente de desejo que não se rompe,
traçando o mapa entre a minha boca e a tua
numa cartografia de urgência e sede.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

CADA GOLE DESSE NÉCTAR




O tempo aqui não passa; 
— ele fermenta —
Temos paciência de alquimistas
preparando o vinho raro
que só a nossa pele conhece,

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

SINTO CADA MIMÍMETRO




Sob o brilho da lua, que observa indiferente,
a pele descobre o seu próprio mapa.
Um toque — sutil, quase um sussurro —
desperta o mistério que habita o teu corpo

domingo, 10 de janeiro de 2016

EM RITMO VIBRANTE




Repouso o rosto em teu peito, porto e calma,
Onde o desejo em ondas se desenrola,
O calor do teu corpo, o afeto se consola,
O pulso lento enfim beija a minha alma.

sábado, 9 de janeiro de 2016

ROÇO-ME EM TI




Roço-me em ti para sentir teu vigor,
Desperto o fogo que em teu peito acende,
O toque, em brasa, a alma logo rende,
Nesse compasso insano de esplendor.

É uma dança em que o corpo é tradutor,
De um desejo que o limite não compreende,
Na pele, o rastro do prazer se estende,
Numa entrega que não pede mais favor.

Sinto pulsar teu centro, o meu abrigo,
No emaranhado de sentidos nus,
Perdidos nesse rito, em puro vício.

Somos um só no rastro dessa luz,
Roço-me em ti, te guardo como antigo,
Nesse laço de amor que nos conduz.




Cléia Fialho

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O GOZO É O NOSSO BÁLSAMO




Livre de amarras, sigo o meu desejo,
Exploro a tua forma, o gesto calmo,
O suor, o gozo é o nosso bálsamo
Da pele que devora o próprio beijo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

JOGO DOS DESEJOS




De novo, esse decote que insiste 
em revelar o que é proibido,
Meus olhos perdem o rumo, 
presos nessa curva que me atrai.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

FLUXO DE CORPOS




O movimento é um compasso que a pele dita,
um encaixe preciso onde o desejo,
enfim, se reconhece.
Já não há divisões, apenas o fluxo