TOCA DA LEOA
Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia





domingo, 31 de julho de 2016

UM POEMA DE AMOR




Um poema de amor
Eu vou compor para você
Para que possas compreender
A dimensão do meu querer

Então à você entregarei
Todo o amor que há em mim
E ao teu lado desfrutarei
Deste desejo que não tem fim.
 
Confesso que te amo e te quero
De tal maneira que eu espero
Ser amada e correspondida
Ser tua amante, a tua guarida

Meu coração está a palpitar
Ansioso para se declarar
Ele não se cala, nem sossega
Aguardando por "tua entrega..."




  Cléia Fialho

Linda Interação do Amigo Poeta Telly S M

EM BRASA!!!
 
Quem es tu?!
Que me deixou queimando.
Por dentro.
Estou ardendo.
Que versejar é esse que vem do Sul?
Uma gaucha fogosa?
Que nem uma pimenta baiana.
Meu corpo inflama.
Que mulher é essa que mexeu comigo.
Eu estava desguarnecido.
Estou afogueado.
Ainda bem que não sou cardíaco.
Escrevi até sem rima.
E do jeito que estou.
Só me deu vontade de te amar.

 GRATIDÃO 

sábado, 30 de julho de 2016

TU'ALMA MURMURA



A poesia é o traço do coração
Nos versos, encontro teu suave olhar
Palavras que dançam em doce emoção
Um mundo onde posso sempre te amar.

Reflete teus gestos, tua essência pura
É tua história que desejo contar
Em cada linha, tu'alma murmura
Cada verso, um beijo a abraçar.  

És magia que invade meu pensamento
Desperta em mim o mais terno sentimento
És arte que preenche cada espaço.

Encontro de almas num único abraço
O teu amor é o meu doce abrigo
Somos paladar, tato, todos os sentidos. 




  Cléia Fialho

sexta-feira, 29 de julho de 2016

NO SILÊNCIO QUE ME OUVE



No silêncio que me ouve, eco do meu ser
Encontro a calma e a paz no pensamento
Palavras não são necessárias para entender
Nesse silêncio, há um laço, um sentimento.
 
Nas entrelinhas do silêncio, um segredo
Sussurros d'alma em comunhão profunda
Nossos corações em um pacto, sem medo
O silêncio é a língua d'alma, eis que é muda.
 
Nas trevas estreladas, na quietude da noite
O silêncio é cúmplice, meu confidente
Ouve os anseios, do meu ser inquieto, pernoite.
 
No silêncio, encontro refúgio, alimento
Sem palavras, o elo se fortalece, contente
No silêncio que me ouve, há amor, fundamento.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 28 de julho de 2016

POESIA VIVA SOB O LUAR



Sob o luar prateado
nossos olhares se encontram 
em um encontro mágico.

As palavras se perdem no silêncio
enquanto nossos corações 
sussurram segredos de amor. 
Cada toque, um arrepio, cada sorriso
uma promessa de eternidade. 

Somos poesia viva, 
entrelaçados nesse romance sublime 
que transcende o tempo e o espaço.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 27 de julho de 2016

AROMA DA FLOR



Na pele molhada de suor, a dança ardente
Entre lençóis, paixão que nunca mente
No odor de flor, nosso amor é semente.

Em cada gota, segredos que florecem
Na pele, os desejos ardentes resplandecem
No suor, promessas de amor não perecem.

No aroma da flor, doce e sedutor
Nossa união é um vínculo de ardor
Na pele molhada, somos um só fulgor.




  Cléia Fialho

terça-feira, 26 de julho de 2016

ARTE QUE FLUI




A liberdade se faz presente nas palavras
Como pássaros voando em sinfonia
O desejo, arte que flui sem amarras.

Nos levando a uma doce melodia
E assim, no ensejo, encontramos magia
Do verso livre e da intensidade.

Poética lírica que nos guia

Em um universo de pura intimidade.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 25 de julho de 2016

HEI DE GOZAR...



Junto à minha libido acessa
 eu quero-o por perto
 paixão, tenha certeza
 meu prazer está aberto...

 Desejando te receber
todo dentro de mim
 deflagrando o seu prazer
 hei de gozar em fim...

 Em seu tesão por inteiro
 mesclado com meu suor
 expelindo doce e ópio cheiro
 nesta peleja só é melhor...

 Submergir nos seus desejos
 que em meus lábios ungidos
 fincado está nos meus ensejos
 tragando seu sêmen derretido.




  Cléia Fialho

domingo, 24 de julho de 2016

ESTOU SOZINHA


Escuto o compasso lento do relógio
Enquanto permaneço acordada na penumbra do quarto
Pensando em onde você deve estar agora

O telefone em silêncio não me traz nenhuma resposta
E as horas se arrastam na madrugada
Temo que essa solidão nunca tenha fim

_ Estou Sozinha _

Durante tanto tempo caminhei sem precisar de ninguém
Nunca senti falta de amor até você surgir em mim
Agora um frio percorre minha alma inteira
E eu só queria um instante ao seu lado

Você nem imagina quantas vezes sonhei
Com o toque da sua boca junto à minha
Com seus braços envolvendo meu corpo apertado
Nem sabe o quanto esperei por este momento
Hoje eu quase revelei tudo o que sinto
Mas esse segredo ainda vive calado
E o amor que guardo por você continua escondido

_ Estou Sozinha _





  Cléia Fialho

sábado, 23 de julho de 2016

GRITO DE ÊXTASE


No arrebatamento de um doce instante,
Meu coração, em chamas, se desata,
E num poema, em versos, se retrata
O grito de êxtase, intenso e constante.

A voz que ecoa, livre e triunfante,
Exprime a paixão que em mim se desata,
Revela a emoção que me arrebata,
Elevando-me a um plano deslumbrante.

Um doce grito de êxtase profundo,
Que transborda em palavras tão ardentes,
Na poesia encontro o meu segundo.

É no poema que encontro o meu alento,
Nas rimas, versos e entrelaçamentos,
O grito de êxtase ecoa, eternamente.





  Cléia Fialho

sexta-feira, 22 de julho de 2016

TE ENCONTRO EM MIM



O tempo se apaga quando estou contigo,
E no teu beijo, encontro abrigo.

       Com um beijo teu, consigo voar.

A tua pele, quente, me chama sem fim,
Num toque profundo, te encontro em mim.

       Nos teus olhos, vejo o reflexo do amor,

Nos teus braços, o mundo desaparece,
Onde o amor, em silêncio, se oferece.

       Onde a paixão arde com imenso fervor.

A noite é nossa, o desejo é o caminho,
E a cada passo, seguimos, juntinho.




  Cléia Fialho

O Experimental Esperanto Comemorex
é uma criação da Poetisa ANA LUCIA S PAIVA

quarta-feira, 20 de julho de 2016

terça-feira, 19 de julho de 2016

O DESEJO PULSA



Na penumbra, teu toque queima a pele nua,
O desejo pulsa, um fogo que não finda,
E cada suspiro em silêncio perpetua.

Aproxima-se, e a chama logo se inflama,
Teu olhar desnuda, seduz sem compasso,
Teu beijo é doçura, teu corpo é trama,
Onde a paixão é labirinto e embaraço.

No arrebol do instante, o tempo se rende,
Somos verso e vertigem, pele em poesia,
A noite nos guarda, cúmplice, entende
Que amar é perder-se em doce ousadia.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 18 de julho de 2016

ONDE O TEMPO SE RENDE AO AMOR



No encontro do olhar que acende a chama,
a paixão desperta sem pedir licença.
Suspiros se soltam no ar, cúmplices,
dançando no ritmo secreto da entrega.

Corações vibram em silêncio eloquente,
como cordas sensíveis ao menor toque.
É doce a emoção que se espalha,
feito mel escorrendo pela alma.

Nos braços que acolhem o instante,
o mundo suspende o fôlego.
O tempo, rendido, se aquieta,
brilhando eterno na pele do agora.

Palavras nascem em sussurros lentos,
ternos, quentes, envolventes,
e cada sílaba é carícia
que aprende o corpo do outro.

Então o amor floresce —
puro, intenso, constante —
não como promessa distante,
mas como presença viva,
que pulsa, que arde,
e permanece. 





  Cléia Fialho

sábado, 16 de julho de 2016

PELE MORENA



No balanço da rede,
o calor da tarde se derrete,
entre suspiros doces,
e o cheiro do jasmim.

Teu corpo é um rio,
que me leva devagar,
nas águas do desejo,
eu me perco a nadar.

A lua, cúmplice,
pinta a pele morena,
e o vento, malandro,
sussurra na arena.

Pele quente, suor salgado,
no ritmo lento do nosso fado,
o amor, quando é bem danado,
vira poesia e vira brado.




  Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DULCE


Entre suspiros doces,
você se derrete no fogo apaixonado
do seu corpo, entregue
aos aromas do desejo.
Entre sussurros doces
e sua pele quente e suada
ofegando enquanto eu a possuo.

 GRATIDÃO

sexta-feira, 15 de julho de 2016

EM MINHA ESSÊNCIA



Nos murmúrios que o vento traz,
Sobre o que penso e falo,
Declaro, sem mais, sem paz,
Que não sou de ferro, nem de estalo.

Livre como o céu que arde,
Flutuo com força e alento,
Sou ventania que invade,
E arranca o medo do pensamento.

Mas sou também, em minha essência,
Cristal que brilha, frágil e sereno,
Que ao toque, perde a coerência,
E ao mesmo tempo, sustenta o terreno.

Sou ar que dança e se desfaz,
Às vezes leve, outras, forte e audaz,
Com conta, peso, e medida,
Mas sempre, na essência, vida.




  Cléia Fialho

quarta-feira, 13 de julho de 2016

A VIDA DE UM GAÚCHO


No campo vasto, onde o vento é rei
O gaucho vive com coragem e lei
Com seu cavalo e chapéu na mão
Enfrenta a vida com firme coração.

No pampa, a rotina é sempre igual
Cavalga ao amanhecer, sob céu de cristal
O mate em mãos, o churrasco a assar
Entre risos e histórias, o dia a passar.

À noite, ao redor da fogueira acesa
A guitarra canta, a alma é acesa
Contam-se causos, se brindam os amigos
A vida de gaucho é repleta de abrigos.

Com coragem enfrenta a tempestade
Na lenda e na história, deixa sua verdade
No campo, o gaucho é um ser imortal
Com coração livre, no campo nacional.




  Cléia Fialho