quinta-feira, 31 de março de 2016
NO SUSSURO DO VENTO
segunda-feira, 28 de março de 2016
SONHO VIBRANTE
domingo, 27 de março de 2016
NO PEITO UM CORAÇÃO SELVAGEM
sábado, 26 de março de 2016
EXCITA E INCITA
O toque, tão lento, excita e incita
No suor da pele, o desejo escoa e entoa
Teu beijo, macio, domina e fascina
No abraço, o prazer desperta e aperta.
A respiração dança em febre contida,
Teu perfume me envolve, me chama baixinho,
Cada carinho acende centelhas na vida,
Feito fogo correndo sereno no ninho.
Tuas mãos desenhando caminhos secretos,
Deslizam suaves na curva do querer,
Entre suspiros, silêncios e afetos,
Nos perdemos na arte de amar e ceder.
A noite se curva ao calor do teu peito,
Lua cúmplice em brilho dourado no chão,
E o tempo se rende, sem rumo, sem jeito,
Quando teu corpo encontra o meu coração.
sexta-feira, 25 de março de 2016
O CALOR QUE INCENDEIA A LÍNGUA
quinta-feira, 24 de março de 2016
ESCONDERIJO DO PRAZER
No toque que desperta, floresce o desejo, como pétalas que se abrem na noite quente.
O corpo silencia,
Lençóis guardam o calor, sussurros se espalham, cada curva é promessa, cada olhar, um segredo.
A pele arde, os dedos descobrem o esconderijo do prazer, que se revela em suspiros.
O tempo se dissolve, corações se confundem, o amor transborda líquido, até que o eco se faça silêncio.
Eterno é o encontro, sem medo, sem pressa, transformando o instante em um só suspiro de entrega.
quarta-feira, 23 de março de 2016
QUANTO MAIS PROVO
terça-feira, 22 de março de 2016
TEU CHEIRO EM MIM
segunda-feira, 21 de março de 2016
O DIA EM QUE A POESIA DESPERTA
domingo, 20 de março de 2016
ESSE FRUTO É UM SEGREDO
sábado, 19 de março de 2016
É A PROMESSA DO AMOR
sexta-feira, 18 de março de 2016
ENTRE O SER E O NADA
nossos espíritos caminham por jardins invisíveis,
Onde constelações repousam entre os dedos
e o infinito respira dentro de cada beijo.
quinta-feira, 17 de março de 2016
SEMENTES DE FOGO
quarta-feira, 16 de março de 2016
terça-feira, 15 de março de 2016
TEMPLO DE ANTIGAS LUAS
Há universos inteiros no rumor da tua voz,
marés celestes que atravessam minha alma
como rios de luz atravessando o vazio,
silenciosos, eternos, sagrados.
Teu corpo é templo de luas antigas,
cada toque desperta um cometa adormecido.
Somos partículas de um mesmo mistério,
duas centelhas dançando além da matéria.
No alto das dimensões sem nome,
anjos recolhem fragmentos do nosso desejo
e transformam em estrelas vivas
os suspiros que deixamos no vento.
Já não sei onde termina o céu
ou onde começa tua essência em mim.
Tudo se mistura em vertigem e encanto,
como se amar fosse atravessar portais.
E assim permanecemos —
almas suspensas sobre o abismo do universo,
bebendo a luz secreta das galáxias,
enquanto escrevemos silêncio em nossa pele.
segunda-feira, 14 de março de 2016
E SE EU DISSESSE BASTA...
E se eu partisse de mim?
guardando cada palavra no fundo do silêncio,
como quem abandona um jardim
depois da última estação?
E se eu recusasse a voz da madrugada,
deixando o coração sem resposta,
como alguém que aprende
a não tocar feridas antigas?
Talvez eu apagasse teus rastros
das paredes da memória,
e o som da tua presença
virasse apenas vento distante.
Quem sabe eu cansasse de sentir —
não por esquecimento,
mas pelo peso acumulado
das esperas intermináveis.
Se a saudade deixasse de florescer
e se tornasse apenas um quarto vazio,
sem música,
sem perfume,
sem esperança pousada na janela.
E se eu dissesse basta,
fechando as portas ao que restou de nós?
Sem desejar teus retornos,
sem alimentar promessas incompletas,
sem recolher os pedaços
do amor que nunca chegou inteiro.
Talvez então eu descobrisse
uma estranha serenidade:
ver-te perdido no mesmo frio
que um dia deixaste em mim.
Porque existem dores
que não queimam —
apenas permanecem.
E há almas que continuam esperando,
não por amor,
mas pela impossível resposta
de quem jamais aprendeu
a permanecer.



.jpg)

.jpg)

.jpg)



.jpg)
