quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
O ARDOR QUE QUEIMA
Em noites de lua, meu coração,
Teu nome ecoa em minha mente,
Um sussurro quente, quase um gemido,
Vontade de libertar este ardor que queima,
Os limites do corpo dissolvem-se,
E em cada pensamento, eu me perco em ti.
Que sabores seriam nossos,
Se a pele falasse, se o toque dançasse?
O vinho da tua presença,
Fermentado na lucidez de um abraço,
Corpos entrelaçados como a brisa ao florescer,
Despertando a essência dos sentidos.
Daria vida a cada gesto,
Com coragem, sem medo, sem pudor,
Teus lábios, a taça que desejo erguer,
Um brinde ao inusitado, ao desconhecido,
Caindo na armadilha do prazer,
De perder-me, de encontrar em ti a totalidade.
Ah, a intensidade que abriga o instante,
Um eletricidade, um brilho escondido,
Que explode silencioso, como um trovão,
Desnudando os desejos mais profundos.
E entre suspiros e carícias,
Permito que o tempo se faça eterno.
E enquanto o mundo lá fora,
Desaparece como neblina ao amanhecer,
Eu me entrego ao caos que é saber de ti,
Aventurando-me em cada toque,
De cada poro em chama,
A vida pulsando em um ritmo voraz.
Vamos juntos, ceder ao impulso,
A liberdade em cada gesto roubado,
A dança dos sentidos, uma sinfonia,
Entre o amor e o desejo,
Uma celebração visceral,
Entre nós, um universo em ebulição.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
SENSUALIDADE INFINITA
O sabor que deixas, em minha pele se derrama,
Teus dedos traçam mapas onde o desejo se revela.
Invocas vontades que dançam ao luar da noite,
Um ritmo profundo, incessante, em cada toque.
Teus olhos, chamas que ardem na penumbra,
Iluminam memórias que tarde se desdobram.
E mesmo ao me ausentar, teu eco persiste,
A doce sinfonia que em meu ser se inscreve.
Repleto deste calor, anseio por mais,
Esse mistério de nós dois, simplesmente voraz.
Os instantes se estendem em suaves carícias,
Como a maré que embala e transforma a areia.
A força do teu ser me envolve, atordoante,
E cada suspiro é um convite à entrega,
Um desafio velado entre risos e gemidos,
E um pacto sutil que a brisa não revela.
Desejo intenso, feito de névoa e paixão,
Teus lábios, um oásis em meio à solidão.
À sombra, descobrimos o que é ser onde estamos,
E o tempo é mero detalhe, diante do instante.
Por ti, subo montanhas, atravesso tempestades,
Teu corpo é a sinfonia que ecoa a eternidade.
Não são os momentos, mas o fogo que permanece,
A essência crua, visceral, que nunca adormece.
Quero mais dessa dança, desse amor indomável,
Aquela loucura que não se contém em palavras.
Na entrega profunda, estou sempre a voltar,
Teu toque, uma alvorada, difícil de esquecer.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
QUASE INSACIÁVEL
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domingo, 18 de dezembro de 2016
sábado, 17 de dezembro de 2016
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
domingo, 11 de dezembro de 2016
sábado, 10 de dezembro de 2016
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
EU QUERO TODA A ESSÊNCIA
Eu quero o beijo quente
Da tua língua sedosa
Que me deixa tão fremente
Por tua saliva aquosa.
Eu quero toda a brasa
Do teu corpo sedutor
Labareda que extravasa
E dilacera meu calor.
Eu quero toda essência
Do teu sexo em alta
Tua seiva com violência
Que em minha boca salta.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
COMO FOGO A BRILHAR
Fecho os olhos…
e o mundo se dissolve em brisa.
Tua pele, silêncio que me toca,
como se o tempo fosse apenas
o instante do teu gesto.
Teus dedos —
são raízes que dançam sobre mim,
acendem luas no meu ventre,
incendeiam caminhos onde só existe
a curva do teu olhar.
Há uma canção invisível
quando tua presença me atravessa,
e o amor canta
na dobra mais serena da noite.
Que ninguém apague
essa fogueira de ventos e desejos —
teus dedos florescem na sombra,
como segredo que insiste em brotar.
Deixa o tempo se desmanchar,
como névoa leve entre os corpos.
Eu voo contigo
no espaço onde o toque é abrigo
e o sentir é morada.
Cada gesto teu é palavra,
cada olhar teu, poesia.
Somos verso vivo
na canção que o campo escuta
quando a alma, enfim, se entrega
como fogo a brilhar.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
DOCE E VIRGINAL
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domingo, 4 de dezembro de 2016
sábado, 3 de dezembro de 2016
CASCATA D'ÁGUA CRISTALINA
Cascata que tem água cristalina
És um cortês convite à minh'alma
Um chamado à paixão que me fascina
Traz bucólica sustância à minha calma.
Tuas águas são tão límpidas e serenas
Que refletem o encanto da natureza
E as tuas têmperas tão suaves e amenas
Sobrelevam a mais adocicada beleza.
És como um paraíso escondido
Que só os amantes podem encontrar
E que só os corações pretendidos
Sentem a sua sútil vibração no ar.
E assim, na tua cascata cristalina
Entrego-me ao amor com paixão
Mescla de forte mulher, frágil menina
Faz-me menear em intensa emoção.
Teu abraço qual cascata d'água cristalina
É como um poema que nasceu encantado
Ode, lírico que fala de amor e adrenalina
Que em meu amago ficou impregnado!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
QUANDO TE VEJO
Quando te vejo, a minh'alma sorri
Parece-me um sonho encantado
E mesmo que não estejas aqui
O meu corpo vibra maravilhado.
Tons refulgentes tal qual colibri
Meu coração sente-se arrebatado
Eu desconheço os seus segredos
Porém encubro todos meus desejos
São melopeias líricas de arpejos
Seu lindo olhar precioso como rubi.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
EM TEU CORPO ENCONTRO A INSPIRAÇÃO
No jardim dos teus suspiros perfumados
Onde o desejo desperta a cada canto
Teus lábios são versos apaixonados
Carícias ecoam como doce encanto.
Tuas mãos desenham trilhas de fogo
Sobre a pele que anseia tua pegada
A cada toque nova poesia, é um jogo
No teu abraço encontro a jornada.
És metáfora viva dos meus anseios
Em teu corpo encontro a inspiração
Cada beijo é verso feito em devaneios
Afundando-me nessa doce tentação.
Teus olhos, estrelas, luz que me guia
No poema eterno que juntos escrevemos
Nossos suspiros rimam em melodia
Versejando, no momento nos perdemos.
Assim, emaranhados sem estremas
Duas almas ardentes na paixão se acham
Cada estrofe é gemido que nos extrema
Em nosso versar, prazer não se tacham.
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