❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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domingo, 28 de outubro de 2018

BEBE DA MINHA SEDE




Explora-me com proveito...
 auferi todos meus segredos...
 Abusa do meu querer...

 cobra-me e cubra-me abusivamente
 Alimenta-te da minha fome...
 bebe da minha sede...

 Esmiúça meus sigilos libidinosos...
 sejas a roupa a aquecer meu corpo...
 A umidade da pele cálida...
 faça de mim o que te apraz.



Cléia Fialho

sábado, 27 de outubro de 2018

DELICIOSO CERIMONIAL




Fazer amor com você
É um delicioso cerimonial
Que me submeto prazerosamente
Na mais íntima veneração
É quente avassalador temporal
Nosso prazer concomitantemente
Nos arrebata em lascivo tesão!

Somos um só neste obsceno momento
Cavalgando nas asas do tempo
Buliçosos no rítmo desta louca paixão
Cálidos e estonteantes fluídos
Sôfregos entreligados e possuídos
Por este delicioso cerimonial de tesão!



Cléia Fialho

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

ESFOMEADA LÍNGUA

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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

QUE SEJA SUFICIENTE




Me beije até meus lábios

 ficarem dormentes

 de maneira que seja suficiente

 para meu corpo todo estremecer

 que o calor do meu ventre latejante

 derreta meus sulcos em sua língua...



Cléia Fialho

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

FRUTO ROSADO





Uma aventura ousada de amor
Há mágica sedenta em seu calor
Da qual eu não consigo me livrar
Eu nem desejo me desvincilhar...

Se enrosca... se fundi... se entrelaça
Quando me beija, me toca e me abraça
Em meu corpo de maneira fenomenal
Eu perco o senso do real!

Num atrito enlouquecido posso sentir
Prazer libidinoso, não dá para medir
Sua boca deliciando-se em minha fruta
Só gemidos e sussurros se escuta!

E no apogeu desta paixão que desnorteia
Acasalamento delicioso que se semeia
Consumidos somos pelo pecado
Para colher em meu fruto rosado!


Consumidos somos pelo pecado
Para colher em meu fruto rosado!

Cléia Fialho

terça-feira, 23 de outubro de 2018

MAR CALMO 🏷️ Haikai



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

LUA CHEIA 🏷️ Haikai



domingo, 21 de outubro de 2018

RENOVAÇÃO



Gotas de chuva caem

Banhando a terra com amor 

Renovação na natureza.





Cléia Fialho

sábado, 20 de outubro de 2018

ME CHAME E EU IREI...



sexta-feira, 19 de outubro de 2018

ESPERANÇA 🏷️ Haikai



quinta-feira, 18 de outubro de 2018

REGENERAÇÃO 🏷️ Haikai



quarta-feira, 17 de outubro de 2018

JARDIM SERENO 🏷️ Haikai




terça-feira, 16 de outubro de 2018

SERENO 🏷️ Haikai



segunda-feira, 15 de outubro de 2018

MINHA VERTENTE





Calmante para sua flama quente
 os orvalhos do meu suor
 transido em seu corpo
 conduzindo-te à fonte do meu sulco
 para beberes em minha vertente.



Cléia Fialho

domingo, 14 de outubro de 2018

MARES 🏷️ Haikai



sábado, 13 de outubro de 2018

MARESIA 🏷️ Haikai



sexta-feira, 12 de outubro de 2018

CÉU ESTRELADO BRILHA 🏷️ Haikai



quinta-feira, 11 de outubro de 2018

DIAS DE LUZ 🏷️ Haikai



quarta-feira, 10 de outubro de 2018

ESSA LOUCURA




Essa loucura é insana
 na qual passeio nua em sua mente
 Aconchego-me em seu peito quente
 onde seu corpo meu sexo reclama...

 Essa loucura é desatinada
 seus beijos desejam meus seios acariciar
 Suas mãos ousadas o meu corpo tocar
 vagueando lascivo em minha estrada...

 Essa loucura é demente
 no calor forte do seu abraço
 Fico amarrada em seu laço
 a paixão comporta-se fremente...

 Essa loucura é muito louca
 é um frenesi de puro prazer
 Em tesão poético vou responder:
 "Essa paixão maluca não é pouca".



Cléia Fialho

terça-feira, 9 de outubro de 2018

SONHOS NO CÉU




Entre as estrelas brilham

Sonhos no céu tecidos

Alma voa livre.



Cléia Fialho

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

RASTROS DE DESILUSÃO

 




No palco da vida, uma trama se desenrola
Sonhos coloridos, agora cinzas n'alma
A desilusão tece seu véu com mãos frias
E o coração, outrora cheio, agora desconfia.

Promessas quebradas como cristais frágeis
Em meio às ilusões, sentimentos tão voláteis
A tristeza encontra morada nas lágrimas derramadas
A desilusão é a trilha triste das memórias passadas.

Esperanças que se esvaem como fumaça ao vento
No canto da desilusão, a alma chora em lamento
O que era certo tornou-se incerto, um castelo de areia
E a dor da desilusão é uma ferida que teima.

Mas mesmo entre as ruínas, a força emerge
A desilusão pode ser um mestre que nos converge
Aprendizado nas cicatrizes, sabedoria nas dores
Do solo da desilusão, surgem novas flores.



Cléia Fialho