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quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

RUÍNAS DO PASSADO




Castelos abandonados, ruínas do passado
Segredos obscuros, mistérios enterrados
Janelas quebradas, portas enferrujadas
Testemunhas mudas de histórias macabras.

Lápides eretas no cemitério sombrio
Onde as almas penam, em tormento frio
As lágrimas de sangue mancham o chão
Lamentos ecoam na escuridão.

Pálidas rosas vermelhas, símbolo de dor
Desabrocham na escuridão com esplendor
Esqueletos dançam ao som do órgão funesto
Envolvidos pela melodia do protesto.



Cléia Fialho

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

CONDENADOS A AMAR



Na névoa densa da noite sombria
Ouço sussurros de almas perdidas
Passos silenciosos ecoam na escuridão.

Enquanto os corações pulsam em solidão
No véu da noite, a lua brilha intensamente
Iluminando o caminho dos amantes decadentes.

Condenados a amar com paixão

Réprobos eternamente sem salvação.



Cléia Fialho

domingo, 22 de janeiro de 2023

ROSAS OBSCURAS




Pétalas negras
de rosas sombrias
Desabrocham à luz da lua,
alegrias vazias

Perfume enigmático,
seduções suscetíveis
Amores fadados,
destinos imprevisíveis.

No véu da noite,
sussurros de agonia,
sombras dançam
na fria melodia.

Olhares perdidos,
promessas quebradas,
sangue e silêncio
em almas seladas.

O vento arrasta
segredos mortais,
beijos que queimam
em ecos fatais.

Na eternidade sombria,
a paixão se consome,
e a rosa negra
com o tempo não some.




Cléia Fialho

sábado, 21 de janeiro de 2023

RITOS DE PAIXÃO




No altar da noite,
sob céus estrelados
Ritos secretos,
paixão profanada
Corpos em chamas,
almas entrelaçadas
O amor proibido,
pela escuridão celebrada.

Entre velas rubras,
sussurros de eternidade,
A lua testemunha
os pactos da intensidade.
Beijos que sangram,
marcados na pele,
Desejo que invade,
na sombra se revele.

Cânticos ecoam
na penumbra silente,
Um êxtase sombrio
consome a gente.
Na dança sombria
de delírio e pecado,
O destino é selado,
no abismo encantado.




Cléia Fialho

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

NOCTURNA SEDUÇÃO




Sob a lua pálida e fria
Dançamos na noite sombria
Teus lábios gélidos, toque ardente.
 
Misturando luxúria e tormento
O olhar profundo como abismo
Reflete desejos sem altruísmo.
 
Nossos corpos em dança insana

Na escuridão, a paixão profana.



Cléia Fialho

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

ROSAS E ESPINHOS




Entre sombras densas,
sussurros se confundem,
Almas se entrelaçam,
os segredos se fundem.
Na penumbra fria,
arde a chama insistente,
O amor se faz abismo,
tão doce e pungente.

Sangue e carmim,
na pele se misturam,
Os gemidos ocultos
na noite se perduram.
Em cada cicatriz,
renasce a nossa sina,
Um pacto eterno
de luxúria e neblina.




Cléia Fialho

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

terça-feira, 12 de julho de 2022

JARDIM DAS ROSAS NEGRAS




Em castelos de noite eterna
Onde o luar brilha e governa
Teu olhar, abismo profundo
Atrai-me, é força do mundo.

O teu toque, raio de lua
Em minh'alma é luz que atua
Teu beijo, um feitiço encantado
Faz meu ser ficar descontrolado.

No jardim das rosas negras
A noite é nossa, sem regras
Teu amor, sombrio não nego
E minh’alma a ti eu entrego.

Teu amor, enigma profundo
Que seduz a cada segundo
Mas não posso me negar
Ao teu chamado de amar.



Cléia Fialho