E a saudade se faz presente,
no cheiro do café esfriando,
nos sorrisos que não voltam,
nas cartas que nunca foram enviadas.
um riso perdido entre as folhas,
um olhar que atravessa o tempo,
como um eco suave de risos.
Os dias se arrastam lentos,
as horas despedaçam silêncios,
e o sol, tão quente no céu,
parece lembrar de quem se foi.
Estradas vazias, corações cheios,
um velho piano toca um blues,
notas que dançam em sombras,
onde os sonhos ainda permanecem.
Saudade é um lar habitado,
por vozes que nunca se calam,
um perfume de outras eras,
que se abraçam entre as estantes.
❦
Cléia Fialho


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