Braços apertam, devoram instantes,
num delírio coletivo em colisão,
gerando êxtase, redenção total,
pois somos fagulha, somos tempestade,
eterna comunhão da carne.
E quando o tempo se dissolve,
resta apenas o ritmo dos corpos,
um sopro quente que atravessa a pele,
um murmúrio que se confunde com o vento.
Somos vertigem, somos incêndio,
na dança que não conhece fronteiras,
onde cada toque é universo,
cada olhar, abismo de desejo.
E no silêncio após o clamor,
há ainda o eco da paixão,
como se o mundo inteiro respirasse
no compasso da nossa união.
❦
Cléia Fialho


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