Na penumbra, teu toque queima a pele nua,
O desejo pulsa, um fogo que não finda,
E cada suspiro em silêncio perpetua.
Aproxima-se, e a chama logo se inflama,
Teu olhar desnuda, seduz sem compasso,
Teu beijo é doçura, teu corpo é trama,
Onde a paixão é labirinto e embaraço.
No arrebol do instante, o tempo se rende,
Somos verso e vertigem, pele em poesia,
A noite nos guarda, cúmplice, entende
Que amar é perder-se em doce ousadia.
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Cléia Fialho

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Uma vez um belo poema, em que a pixão e o amor caminham de mãos dadas.
ResponderExcluirContinuação de um bom resto de domingo.
Abraço de terna amizade.
Juvenal Nunes
El deseo siempre nos hace rendirmos. Apasionado poema. Te mando un beso.
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