Na ânsia desmedida do nosso encontro,
Em chamas de desejo que me consomem,
Eu me acabo de tesão, sem pudor ou desconto.
Cada toque, cada beijo, é pura adrenalina,
E nesse frenesi, meu corpo se rende, imensa.
As mãos trêmulas exploram cada curva,
Em suspiros e gemidos, o prazer se eleva,
E eu me acabo de tesão, sem qualquer reserva.
Nossos corpos suados se entrelaçam com volúpia,
Em um ritmo frenético, dançamos o êxtase,
E eu me entrego, me perco, na plenitude da luxúria.
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Cléia Fialho


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Olá!
ResponderExcluirVejo que, ultimamente, estás a escrever textos curtos.
Uma coisa é certa, com isso, estás a conseguir condensar de forma majestosa, a imagem repleta de sensualidade e erotismo que chega a quem te lê.
Muito bonito.
Abraço!
Me encanto leer este poema que aun teniendo la lujuria como protagonista no me pareció muy lujurioso.
ResponderExcluirSaludos.