Ele entrou no elevador no oitavo andar.
Eu já estava lá dentro — a descer sozinha, depois de mais uma reunião interminável, os saltos a matarem-me e o vestido preto colado ao corpo por causa do calor de Julho. Quando as portas se abriram e o vi, senti o estômago dar aquele salto ridículo que já não devia dar aos trinta e quatro anos.

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