Toques que queimam,
suaves e ligeiros,
em um jogo ardiloso
de desejos verdadeiros.
Teu corpo,
um poema em pele e calor,
entorpece-me de prazer,
latejante de ardor.
Lábios que sussurram
segredos ardentes,
no compasso do êxtase,
bebo da tua vertente.
Mãos que exploram
territórios febris,
desenham caminhos
lentos, sutis.
Cada arrepio é chama,
cada pausa, tentação,
me perco no ritmo cego
da tua respiração.
E quando o tempo dissolve
entre gemidos contidos,
somos verso e delírio,
corpo e sentido.
Dois corpos em combustão,
sem começo ou final,
apenas o agora —
profundo, carnal.


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