que corra em meu sangue como rio em febre.
Que cada suspiro seja um lume aceso,
e cada gota, um rastro de incêndio.
Se o vulcão grita, que grite comigo,
que a lava escorra por entre meus lábios.
Só quando a brasa for pó e silêncio,
descansarei em cinzas frias.
Mas até lá…
arder é meu verbo,
desejar é meu fôlego.
❦
Cléia Fialho

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Que bello poema con palabras con segundo sentido.
ResponderExcluirSaludos.
Arde,
ResponderExcluirarde de deseo
cuando me sientas
invadir tu cuerpo
y someterte a mi voluntad.
Arde,
como llama viva,
vibrando de placer
al marcarte como Mia.
Beijos quentes.