Na brisa leve da tarde,
entre sombras e luz,
sinto o sussurro do desejo adormecido,
como a dança das folhas que embalam segredos.
sem promessas,
mas com a força de mil sóis,
resplandecem em silêncio no espaço entre nós,
como estrelas que piscam.
O toque de uma mão que desliza na pele,
— um convite,
— um murmúrio,
notas de uma canção que ecoam no peito,
melodia do que ainda não foi.
Em cada respiração,
um mundo se abre,
— tão pleno,
— tão vivo,
— e a alma,
— com sua leveza,
desenha um mapa de sensações e suspiros.
E nesta dança sutil,
onde o real se dissolve,
— fico a sonhar,
— e a sonhar,
tecendo versos em nossa história,
um poema que respira,
— sensual,
— pleno e livre.
❦
Cléia Fialho


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