Silêncio abraça a ausência de palavras,
um vazio que sussurra sem ecoar som.
De ruídos fugidios, liberta a alma cansada,
ausência que nutre o que o barulho devora.
Palavras se calam, rendem-se ao mistério,
no breu da quietude, brota paz interior.
Silêncio, bálsamo para feridas antigas,
ausência de vozes que ilumina o ser.
De palavras desfeitas, nasce o refúgio puro,
paz interior floresce em jardins mudos.
Silêncio tece sonhos sem pressa ou ruído,
ausência vira ponte para o eterno sossego.
Palavras hibernam no casulo da alma,
de sua ausência, paz interior se eleva,
silêncio, o grande mestre do vazio cheio,
onde o coração fala sem nunca se abrir.
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Cléia Fialho


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