Delícias escorrem lentas
como mel na noite,
promessas que o corpo entende
antes da razão.
Há sabores que não moram na boca,
mas na espera,
no olhar que despede a roupa
sem tocar.
Minhas vontades tremem
quando o silêncio se aproxima de ti,
e o ar aprende a respirar
em ritmo de desejo.
A tentação não chama —
ela encosta,
insinua-se entre suspiros
e se faz inevitável.
Teus lábios sabem segredos antigos,
mapas de fogo e ternura,
onde me perco com prazer
e nenhuma pressa.
E se isso for pecado,
que seja bonito,
ardente,
reincidente —
pois há culpas que nascem
apenas para serem vividas.


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