Nas asas de um
relógio desopilado
Danço com sombras
na noite sem fim
Cores e formas
em fluxo destilado
No abismo dos sonhos
me perco assim.
O tempo suspira
entre passos e delírios,
desfaz-se em instantes
que não querem passar.
Meu corpo é verso,
meu medo é silêncio,
sou chama errante
a se reinventar.
E enquanto o relógio
esquece as horas,
bordo eternidades
no fio do sentir.
Sou noite viva,
sou luz que demora,
sou sonho em queda
aprendendo a existir.
❦
Cléia Fialho


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