Poesia que me tomas
veículo d’alma
Leva-me além
das margens do real
Asas da intuição
sem pauta ou palma
Eu exploro o universo
como um coral.
Voz que vibra em silêncios,
maré que me invade,
Desenhas sentidos
no sopro do sentir.
Sou verso errante,
ânsia e liberdade,
Pulso que aprende
a eternidade existir.
Entre luz e mistério
me faço inteira,
Teu ritmo me veste
de céu e vertigem.
Poesia — chama primeira —
sou tua morada,
e em ti, eternamente,
me reinvento origem.
❦
Cléia Fialho


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