Que minh’alma
encontre o sublime
Nas palavras que
se elevam como prece
Na dança do tempo
eterna que oprime
Desvendo a verdade
que me aquece.
Que no silêncio do verso
eu me reconheça,
Feita de luz e abismo,
fé e vertigem,
Onde o sentir não pede licença
E o amor, sem forma,
me redime.
Que cada rima seja abrigo,
Cada pausa, revelação,
E que a poesia — suave chama —
Costure o infinito
no pulsar do coração.
❦
Cléia Fialho


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