Ah, meu tempo de guria, ingenuidade encantada
Despertar dos sentidos em primavera florida
Era um mundo de cores, paixão desenfreada
Os lábios que antes provavam doces delícias
Agora buscam sabores em outros matizes
Mas a essência da guria, em eternas cobiças
Permanece viva, nas lembranças felizes.
Ah, meu tempo de guria, tesouro do passado
Ainda ecoa em mim a dança da juventude
E nas recordações sensuais, sinto o legado
De um'alma que viveu, em doce plenitude.
Que perdure em meu ser, a guria que fui
A sensualidade inocente, jamais perdida
E assim, em cada verso, a saudade aflui
Do tempo que marcou minha vida colorida.
❦
Cléia Fialho





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Lindo poema siempre es bueno sentirse libre. Te mando un beso.
ResponderExcluirUn tierno poema, con la suavidad de la inocencia.
ResponderExcluirBeijos doces Cléia e doce semana.
Un bonito poema localizado en ese tiempo que se pasa de niña a mujer.
ResponderExcluirSaludos.