❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

ÊXTASE PROIBIDO




No silêncio da noite, corpos clamam
No coito intenso, desejos se inflamam.
Peles se encontram, num toque ardente
Jogo de sedução, irresistível e envolvente.
 
Numa dança carnal, estros se entrelaçam
A paixão desenrola, as chamas esvoaçam.
O cheiro da luxúria embriaga por inteiro o ar
Movimentos selvagens fazem corações acelerar.
 
Dois seres entregues ao êxtase ilícito proibido
Numa conexão de prazer, sem medo ou sentido.
Há uma repercussão dos gemidos pelo quarto
Enquanto corpos suados se enlaçam num abraço.



Cléia Fialho

domingo, 2 de janeiro de 2022

EM SEU CORPO FAÇO ARTES




Me bota no seu colo
 como se fosse um cavalo
 sentada em seu falo.

 Eu cavalgo como amazonas
 preenchendo toda a zona
 do corpo dessa sua égua
 tira e bota sem dar trégua.

 Jogue o meu jogo
 queime-se em meu fogo
 enlouqueça nesse calor
 com tesão e com fervor.

 Me come e me judia
 penetre-me em todas partes
 com severa maestria
 em meu corpo faça artes!



Cléia Fialho

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

CORES DANÇAM EM HARMONIA




Sob o manto da floresta, a vida dança em sinfonia
Rios fluem serenos, abraçando a terra com magia
Montanhas se erguem altivas, tocam o céu com gratidão

E o vento sussurra segredos, na língua da amplidão
No jardim das flores, cores dançam em harmonia
Enquanto aves, livres, traçam no céu sua poesia

Na natureza, o esplendor, eterno espetáculo a fluir

Revelando em cada detalhe o poder de existir.



Cléia Fialho

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

CAMPINAS VERDEJANTES




Nas capinas verdejantes do meu Rio Grande
Onde a terra se abraça com o céu distante
Um cenário de encantos, belo e grande
Desperta a alma, faz pulsar o peito amante.
 
Pelos campos que se estendem sem fim
Onde o vento dança nos trigais dourados
O coração se perde, flui sereno assim
Entre as coxilhas, pelos caminhos trilhados.
 
Sob o azul límpido do céu aberto
As correntes dos rios bailam em canções
Um manto de águas, como um verso esperto
Que ecoa na alma, aflora emoções.
 
Nas capinas verdejantes do meu chão
O chimarrão perfuma o ar suavemente
E o gaúcho, com orgulho em sua mão
Cuida do solo, com zelo, fielmente.



Cléia Fialho