Quero um amor sereno,
que o vento não desfaz,
nos gestos mais pequenos,
se mostra e vive em paz.
É chama que não grita,
mas arde devagar,
com força que acredita
no tempo de amar.
Não é paixão que voa,
de fogo sem raiz,
mas algo que perdoa
e busca ser feliz.
É no cuidado terno,
na calma do viver,
que o amor puro e eterno
se aprende a florescer.
Permanece no frio,
na dor ou na alegria,
é firme como um rio
que canta todo dia.
Entrega que é respeito,
carinho e lealdade,
é o que faz do peito
abrigo de verdade.

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La ternura siempre va de la mano del amor y tu poema así lo confirma.
ResponderExcluirBeijos doces e doce fim de semana.
como nos describes en este bonito poema hay cosas que se deben realizar con cierta calma.
ResponderExcluirSaludos.