No calor da noite ardente,
Corpos dançam, lentamente.
Pele em fogo se derrama,
Num segredo feito chama.
Corpos dançam, lentamente.
Pele em fogo se derrama,
Num segredo feito chama.
Teu toque, doce arrepio,
Sussurrando no vazio.
Nosso amor, tão proibido,
Queima em gesto comovido.
Nos lençóis da fantasia,
Se entrelaça a poesia.
Cada toque, cada cor,
É suspiro de calor.
Corações acelerados,
Pulsam fortes, enlaçados.
Na penumbra do desejo,
Teu olhar me serve ensejo.
Beijo e pele se entrelaçam,
E os sentidos se abraçam.
Redondilha, em nossa trama,
É paixão que nunca chama.
❦
Cléia Fialho

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Sensual poema. Te mando un beso.
ResponderExcluirApasionado poema. Muchas gracias, Cleía, también por lucir mi acróstico de regalo para ti en un lugar privilegiado.
ResponderExcluirBeijos doces.
Um poema bem conseguido e uma imagem bastante sugestiva.
ResponderExcluirAbraço de amizade.
Juvenal Nunes
Admiro la delicadeza con que tratas estos temas tan sensuales para crear bellos versos.
ResponderExcluirSaludos.
Nessa interação o sol nunca se apaga nas portas deste céu.
ResponderExcluirAbraços, Cléia!