Bom mesmo é
quando nós queremos
e nos perdemos no silêncio
dos nossos corpos famintos
deixando fluir os instintos
Plenamente
estregues às loucuras
condizentes
aos desejos desatinados
dementes...
desenfreados...
Entre o querer selvagem
e a ternura dos toques
entorpecidos nesta viagem
de embates e choques...
Aprazemo-nos esta contradição
sem que haja limites
nos amamos até à exaustão
até saciar nossos apetites!
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Cléia Fialho